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quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Um sapato contra 600 bilhões de dólares em violência, ganância e barbárie

Adolescente ferido no Iraque.
600 bilhões, hoje, 23 h de 18/12/2008 (fonte Zfacts).

sábado, 29 de novembro de 2008

IMAGÉTICA

Sem palavras.

domingo, 19 de outubro de 2008

IMAGÉTICA

Foto de autor desconhecido tomada durante a marcha dos SEM (veja nesse blog), na semana passada. Professora Marli Helena Kümpel da Silva, Diretora do Núcleo de Erechim do CPERS (Sindicato dos professores de escolas do ensino básico e secundários do Rio Grande do Sul), ferida pela explosão de uma "bomba de efeito moral". Houve fratura exposta na perna.

Há dor no teu rosto lívido. Não é a dor física de chorar, de olhar o ferimento, de lamentar o sangue empapado.

É uma dor das piores, daquelas que não se descreve e nem o choro resolve.

Há a dor da incompreensão no teu olhar focado no grupo de policiais. Uma dor de sonho desfeito, dor de ultraje. Dor de mulher, de mãe, de geradora que nutriu os desejos de saber das crianças, de contar até dez nos dedinhos, até cem...até não sei quanto de tantos sonhos que nos concedeu a todos, crianças quando fomos...dor de criança que foi um dia. Desencantada, não entende como podem tratar com tanto desprezo aquela que tentou educar a mão para o acolhimento. A mesma mão que lhe bate.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

IMAGÈTICA


Capa do New Yorker, dessa semana. Acostumada às miras e aos tiros de caça, o estilo da mulher de um alvo só e indefeso, quer se viabilizar na política nacional dos USA. A brancura do Alaska pode servir de inspiração para a faxina na "fuligem" que ameaça a alternância política daquele país. Nada como não perder de vista a complexidade de um estado norte-americano avizinhado com o eterno tirano vermelho . Aliás, Palin representa o Id de McCain. O que ele não pode confessar em público, ela simboliza em estilo: poucas luzes, paroquial, supérflua e grotesca.

domingo, 14 de setembro de 2008

IMAGÉTICA: CANDIDATURA DO PROF. JORGE ANTUNES




A ciência e a arte podem ser espadas para trabalhar o alimento do corpo e da alma.

Alguns anúncios geniais me inspiraram para interpretar algumas candidaturas para reitor da UnB, na atual conjuntura.
Vanner

IMAGÉTICA: CANDIDATURA DO PROF. MICHELÂNGELO TRIGUEIRO


Chegou para jogar futebol em um campo torto. Tentando corrigir para um jogo justo. Vai montar uma equipe que mude o campo? Trabalheira...


Alguns anúncios geniais me inspiraram para interpretar algumas candidaturas para reitor da UnB, na atual conjuntura. São tragicômicos.
Vanner

IMAGÉTICA: CANDIDATURA DA PROFA. MARIA LUISA



Maquiagem de imagem. O tempo não engana. Nós sabemos o que você fez no verão passado.



Alguns anúncios geniais me inspiraram para interpretar algumas candidaturas para reitor da UnB, na atual conjuntura. São tragicômicos.
Vanner

IMAGÉTICA: CANDIDATURA DO PROF. VOLNEY GARRAFA




Um motorista dirigindo à noite, não vê tudo. Chegou na hora errada com o remédio errado. Agora é tarde. Passou.


Alguns anúncios geniais me inspiraram para interpretar algumas candidaturas para reitor da UnB, na atual conjuntura. São tragicômicos.
Vanner

IMAGÉTICA: CANDIDATURA DO PROF. MÁRCIO PIMENTEL




Tecnologia para quê e para quem? Primeiro lugar em quê e para quê? Ser a melhor universidade COMO? Quem quer a UnB em primeiro lugar tão depressa, pode não ver a paisagem ou esquecer o passado...

Alguns anúncios geniais me inspiraram para interpretar algumas candidaturas para reitor da UnB, na atual conjuntura. São tragicômicos.
Vanner

IMAGÉTICA: CANDIDATURA DO PROF. JOSÉ GERALDO


Amarração com tantos apoiadores que no centro já não se percebe quem é quem. Aguentará?

Alguns anúncios geniais me inspiraram para interpretar algumas candidaturas para reitor da UnB, na atual conjuntura. São tragicômicos.
Vanner

sábado, 9 de agosto de 2008

IMAGÉTICA


A abertura oficial das Olimpíadas 2008 na China foi um espetáculo pictórico e eletrônico jamais visto nesse planeta. Quem assistiu pode ficar extasiado, estupefato, dominado diante da beleza plástica, das cores marcantes e diversas e da delicadeza de algumas passagens.

Alguns milhares de teses e milhões de comentários serão publicados em quase todos os idiomas da Terra. Este comentário se insere nessa última categoria ao interpretar uma cena obscurecida pela grandiosidade do resto do espetáculo.

A China emerge definitivamente como potência e pode se vaticinar que, a incerteza da hegemonia de poder mundial entre o 11/9 e o 08/08/08 está definitivamente preenchida pela nova potência mundial. O espetáculo custou 41 bilhões de dólares. Uma soma que não deverá ser saldada pelo retorno imediato do evento. Este foi o custo de termos uma marca indelével nas mentes ocidentais da China diversa, jovem, determinada e forte.

Para se contrapor ao espetáculo, chama a atenção uma cena que demonstra como a China pretende manter a sua intransigência à desunião das etnias, amalgamar o mosaico de culturas que a compõe e ao desafio ao regime que lá vige. A condução da bandeira chinesa e o seu hasteamento foram conduzidos por oito (o oito mítico) militares empertigados, em cadência rígida, homogênea e autômata. A beleza da marcha militar está na cadência e na rigidez absoluta dos seus soldados-dançarinos. A marcha-dança é angulosa, sem concessões a arcos, hipérboles ou elipses. A abertura de uma olimpíada sempre teve como mote a paz entre os povos, embora o pano de fundo seja a disputa entre potencias e a autopropaganda de regimes políticos.

A abertura das Olimpíadas deveria ter um caráter estritamente pacífico, de união e tolerância entre os povos. Esse espírito contrasta com qualquer referência militar. A cena dos militares conduzindo e hasteando a bandeira nacional chinesa, emblematicamente contaminou o espírito das olimpíadas. A China avisa ao mundo que os jogos entre países (esportivos, comerciais, etc) e o entrosamento entre os povos somente poderão ser possíveis com a guarda da nação (a bandeira) por uma força militar rígida, homogênea e inflexível. Assim avisa a China ao mundo: não é possível a guarda exclusiva do nacionalismo chinês sem a força militar. Essa força militar estará presente ostensivamente em todos os momentos de negociação, confronto e disputas. Essa mensagem parece ser também dirigida ao consumo interno. Esse não é um bom sinal aos povos que querem se autodeterminar e que desejam mais justiça nas relações internacionais.

Esta seção é um exercício livre e libertador de interpretar as imagens do mundo. Não se propõe a ser A Verdade.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

IMAGÉTICA: três casas rurais

Três casas. Três locais de vivências. O que as separa? Há alguma maior? Elas são diferentes pelas cores? Imagine uma só. Ou melhor, tape com a mão a primeira e a segunda e observe a terceira. Que sensação passa? Faça o mesmo com as outras duas. Qual é a sensação? Há o vazio na imagem. São três casas que se complementam. Três locais de vivência. Geram, participam , moldam vivências diferentes, mas uma não está completa sem a outra.