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domingo, 27 de julho de 2008

Um texto sobre clientelismo, voto e crime


O jornalista Luiz Carlos Azedo publicou uma matéria explicando em poucas palavras como funciona o esquema de milícias, política e drogas no Rio de Janeiro. O elo entre o cidadão e o criminoso é um contrato de venda amplamente vantajoso a esse último. Permite-se ao cidadão "viver" em troca do voto e do silêncio. Existem dois tipos de contratos: um escrito pela violência (coação) e outro pela letra do clientelismo.
O jornalista enfatiza as palavras do sociólogo Werneck Viana, de que o fenômeno não é localizado, somente carioca. Está em todas as grandes cidades. Pode-se dizer que está em todas as instituições.

Cusiosamente o clientelismo foi uma das marcas da gestão denunciada da ex-reitoria. Não são poucos os comentários e as denúncias de coação na UnB: verbal, processual, assédio, etc.

O texto do sagaz jornalista, que pode ser lido na íntegra aqui, poderia ser transposto à UnB, guardando as devidas proporções? Tire a sua conclusão.

sábado, 19 de abril de 2008

A PERSEGUIÇÃO SERÁ RESPONDIDA PUBLICAMENTE E NA JUSTIÇA


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UMA PERSEGUIÇÃO ESTÁ EM CURSO NA UNB

Muitos dos membros do Comitê UnB Livre, foram e estão sendo perseguidos de várias maneiras. Um dossiê sobre o assédio moral, as ofensas, as ameaças e os atos de represália, estão sendo minuciosamente catalogados e serão divulgados para o público e para a Justiça.

Este blog recebeu uma mensagem acusando o Prof. Marcelo Hermes-Lima de difamador. E que dilvulgariam um suposto caso de justiça ocorrido com o professor há quase dez anos atrás e que foi arquivado pela justiça dez dias depois. O suposto processo arquivado esteve e está sob segredo de justiça (é assunto familiar). Devassar tal fato é CRIME (normal para estas pessoas).

Difama quem divulga ofensas e injúrias mentirosas para um número de pessoas. Fatos verdadeiros ou tornados públicos pela justiça ou pela mídia não são ofensas e nem são difamação se forem divulgados sem valor de juízo. Se há difamação, neste caso, deve ser do órgão ou fonte original. Um blog que somente ressoa o que está sendo publicamente divulgado, não faz nada ilegal e imoral. Esse é o papel de um blog: um espaço para divulgar idéias e fatos, na rede mundial de computadores, que podem agradar a alguns e desagradar a outros.

Mas se houver a divulgação de fatos que não são de conhecimento público ou que foram arquivados pela justiça, neste caso há DIFAMAÇÃO, porque o que está arquivado, não pode ser reaberto para induzir valor de juízo sobre determinada pessoa.

No caso a difamação é tão maior quanto maior for o número de indivíduos que recebem o fato difamado. Cabe uma indenização em valores. Os ex-timotistas possuem uma raiva muito grande do Prof. Marcelo. Tirou-lhes a cornucópia fácil das vantagens indevidas. E querem se vingar a qualquer preço.

Primeiro lugar: este comitê recebeu (e continua recebendo) um cabedal enorme de informações sobre a vida pessoal dos ex-timotistas. Algumas destas informações estão documentadas com fac-símiles, imagens e fontes para consulta. São fatos escabrosos, alguns correndo na justiça (vara de família, vara de fazenda, vara cível e criminal). As informações enviadas ainda incluem ofensas lidas e ouvidas contra os membros do UnB Livre.

Somos éticos. Não nos interessa fatos pessoais, mas sim a CONDUTA PÚBLICA destas pessoas que ocuparam cargos e continuam atacando as pessoas da comunidade acadêmica.

Segundo lugar: O Prof. Marcelo Hermes teve e tem um papel muito importante na luta por uma nova UnB, mas não foi o único. Um ataque contra o Prof. Marcelo é um ataque contra o Comitê UnB Livre e será respondido na mesma proporção.

Terceiro: nós sabemos de onde partem os ataques. Seus perpetradores são bastante conhecidos (alguns estão seguidamente na mídia).

Quarto lugar: para cada membro do UnB Livre atacado em sua vida pessoal, vamos iniciar um processo de desmascaramento, um pedido de indenização na justiça e um processo administrativo para a punição dos responsáveis.

Quinto lugar: quanto mais as práticas criminosas deste grupo são expostas (como a perseguição que está em curso), mais evidências para o dossiê que será entregue à Sociedade e à Justiça.