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sábado, 29 de novembro de 2008

O ex-reitor pagará uma multa de 5 mil reais a CGU


A CGU condenou o ex-reitor Timothy Mulholland a pagar 5 mil reais por ter repassado verbas de cursos e matrículas direto da FUB para a FINATEC. Não poderia. Deveria ter sido depositado na conta do Tesouro Nacional. Cinco mil. Pouco para quem tem uma coleção de carros antigos. Vale o simbolismo da moralização.
A Diretoria da FINATEC, formada por docentes da UnB, com toda a assessoria dos seus contadores e advogados regiamente pagos, não poderia ter aceitado esse repasse da FUB. Ao contrário, deveria ter orientado a aplicação correta das verbas. Que falta de visão administrativa!

terça-feira, 9 de setembro de 2008

VENHA DAR AULAS PROFESSOR TIMOTHY!


"Onde está Timothy?

Há três meses, uma mesma pergunta paira sobre a comunidade acadêmica da Universidade de Brasília (UnB): por onde anda Timothy Mulholland? O ex-reitor se afastou da universidade em 11 de abril com um pedido de licença médica não remunerada, com duração de 60 dias. Três dias após o afastamento, ele renunciou ao cargo de reitor. Mas a licença venceu em 2 de junho e Mulholland não foi mais visto pelos corredores da UnB.

Após haver renunciado ao cargo, Mulholland — que é professor do Instituto de Psicologia (IP) — deveria ter voltado para a sala de aula com o término da licença. Os professores da UnB não batem ponto, mas assinam uma folha onde atestam que cumprem a carga horária na universidade. Nos relatórios do IP, consta o nome do ex-reitor. Segundo os registros, ele esteve na universidade entre 3 de junho e 10 de agosto, quando saiu em nova licença, desta vez remunerada. As aulas do segundo semestre de 2008 começaram em 11 de agosto.

Licença especial
A época do retorno de Mulholland coincide com as férias na instituição de ensino e, por isso, ele não foi visto pelos alunos. O secretário de Recursos Humanos da UnB, Afonso de Souza, não sabe dizer se o professor chegou a executar projetos para dar aula ou se apenas envolveu-se em pesquisas no tempo em que foi à universidade — o que faz parte do trabalho de um docente universitário. Souza também não soube informar por quanto tempo o ex-reitor ficará afastado. “A licença especial pode ser de até seis meses. É a antiga licença-prêmio, aquela que era direito de todo funcionário público até 1990, a cada 10 anos de trabalho. Timothy tirou a sua referente ao período de 1976 a 1989. É um direito adquirido”, explicou o secretário. “Não chegou nenhuma ordem da Justiça para não concedermos licenças para ele”, argumentou.

O advogado do ex-reitor, Aldo de Campos Costa, afirmou que seu cliente está em Brasília e que saiu de licença para tratar de assuntos pessoais. Costa não explicou quais. Alunos de psicologia cobram o retorno de Mulholland para a sala de aula. “Qual o critério para darem para ele essa bolsa remunerada? Normalmente, ela é dada a professores na ativa que se licenciam para fazer pós-doutorado, por exemplo. Mas ele estava na administração da universidade e não em uma classe”, comentou um estudante que não quis se identificar. (GR) "
Correio Braziliense de hoje (9/9)



quinta-feira, 28 de agosto de 2008

O rescaldo de uma década de administração desastrada


Saiu no Correioweb:

"MPF ajuíza ação civil pública contra terceirizados na FUB e pede concurso em 180 dias

27/08/2008 21:24

Stefany Lima - Do CorreioWeb

O Ministério Público Federal do Distrito Federal entrou com uma ação civil pública na última segunda-feira (25) pedindo a substituição dos profissionais contratados ilegalmente na Fundação Universidade de Brasília (FUB/UnB) e a realização de concurso público no prazo de 180 dias, sob pena de multa. De acordo com o MPF, cerca de 2,2 mil profissionais são contratados irregularmente e a prática, que viola o princípio constitucional do concurso público, é usada para empregar parentes e apadrinhados de dirigentes e servidores da UnB. O caso será julgado pela 5ª Vara da Justiça Federal no DF.

A ação tem autoria do procurador da República Rômulo Moreira Conrado, que sustenta que o preenchimento de cargos públicos com servidores não concursados deve ser medida excepcional na administração pública. De acordo com o procurador, as atribuições terceirizadas são as mesmas previstas para o cargo de técnico administrativo em educação de instituições federais de ensino e os contratos são usados para reprováveis práticas de favorecimento político. Uma análise feita pela Controladoria Geral da União constatou a existência de 1.817 pessoas vinculadas à FUB com parentesco entre si.

O MPF alega ainda que as contratações irregulares contrariam decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) de agosto de 2006. A proposta do Ministério do Planejamento foi acatada pelo TCU para substituição gradual, até 2010, dos terceirizados ilegais por servidores concursados. Segundo a Procuradoria da República, só no MEC, o cronograma previu 5.808 substituições entre 2006 e 2008 e outras 5.566 até 2010. O MPF acredita que não há disposição da FUB em cumprir a meta estabelecida, já que no último concurso da instituição para cargos de níveis médio e superior, realizado em abril deste ano, somente 225 vagas foram ofertadas."

Nota da Reitoria da UnB:

27/ 08/ 2008 - Nota Oficial

Regularização de funcionários

A administração pro tempore da Universidade de Brasília recebeu como um reforço às suas próprias iniciativas a informação de que o Ministério Público Federal (MPF) ingressou com ação civil pública, na qual pede concurso público em 180 dias para 2.200 funcionários irregulares da UnB.

Mesmo antes de ser notificada judicialmente, a administração estava em contato com o MPF para elaborar um Termo de Ajuste de Conduta (TAC). A idéia é estabelecer as condições e cronograma para a realização dos concursos públicos necessários para complementar o quadro de servidores públicos da UnB.

A atual gestão finaliza outro TAC com o Ministério Público do Trabalho (MPT) a fim de solucionar o descumprimento dos direitos trabalhistas. Há cinco dias, o MPT enviou a minuta do termo para ser estudada pela Secretaria de Recursos Humanos da UnB, que tem 10 dias para fazer suas sugestões.

Uma das proposições já acordadas é a substituição gradual, até 2010, dos prestadores de serviços irregulares por trabalhadores terceirizados. Produto de gestões anteriores, essas contratações irregulares são contestadas pelo MPF desde 2001. Entretanto, nenhuma iniciativa concreta havia sido tomada até maio deste ano, quando a gestão pro tempore iniciou as negociações com o MPT.

Foi do próprio MPT a sugestão de inclusão dos ministérios do Planejamento, Orçamento e Gestão e da Educação nas discussões em andamento, visando liberar as vagas necessárias aos concursos.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

IMÓVEIS DA UNB - LIXO E LUXO LEILOADOS


"Universidade de Brasília (UnB) entrega nesta sexta-feira (15/08) as chaves de 15 imóveis de luxo da instituição à Caixa Econômica Federal (CEF). Todos poderão ser leiloados, inclusive o apartamento duplex da 310 Norte ocupado pelo ex-reitor Timothy Mulholland até o começo deste ano. A decoração da cobertura custou R$ 470 mil e foi paga pela Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec), com dinheiro que deveria ser destinado a pesquisas acadêmicas, segundo o Ministério Público." A matéria completa publicada pelo correioweb está aqui: clique.

domingo, 10 de agosto de 2008

O Presidente da ADUnB propõe esquecermos o passado da UnB



A gestão da ADUnB sob nova direção, presidida pelo Prof. Flavio Botelho, se manifestou em relação às eleições para reitor da UnB, em matéria assinada pela jornalista Helena Mader no Correio Braziliense de hoje.
A manifestão é uma êmese do obscurantismo:

"O presidente da AdUnB, Flávio Botelho, explica que a entidade quer organizar debates com grande representatividade. Ele acredita que o futuro da universidade será o centro das discussões e que as críticas às gestões anteriores têm que ficar em segundo plano. “Precisamos discutir a universidade que nós queremos, debater formas de melhorar o ensino e obter excelência em pesquisas. Nossa preocupação maior é identificar os problemas para construir um futuro melhor para a UnB”, destacou Flávio Botelho."

O nobre professor Botelho quer apagar o passado, negar a ligação de si, de sua gestão e sobretudo de alguns reitoráveis amigos seus, com a tenebrosa gestão do ex-reitor Timothy Mulholland. A ruptura com o passado é a desmemorização do que somos. A queima do passado é manter os graves problemas administrativos e acadêmicos que aqueles ex-gestores cravaram no espírito da comunidade da UnB. O prof. Botelho nem ao menos tange a questão da modus vivendi administrativo dentro da Instituição.

Negar o passado é negar a ação de centenas de professores, centenas de funcionários e milhares de estudantes que vêm garantindo o caráter público, zelando pela moralidade e pelo patrimônio da Instituição.

Em sua obra extraordinária "História universal da destruição de livros", o sociólogo Fernando Báez, demonstra que desde os sumérios até hoje, a destruição de livros é uma ação deliberada e meticulosamente estudada. A queima de livros é a queima do registro histrórico de um povo, de uma comunidade ou de uma fase da história; é um ato perpetrado por asseclas do poder vigente, e, surpreendentemente, muitas vezes por intelectuais.

O prof. Flavio Botelho visa queimar o livro da história da UnB ao negar o seu passado recente. Uma estratégia que revela o verdadeiro personagem e o seu papel na condução do Sindicato da categoria docente e na Instituição Universidade de Brasília.

O grifo na matéria da jornalista é nosso. A foto do prof. Botelho foi retirada da SECOM UnB.

domingo, 6 de julho de 2008

Timothy decepcionou...


Da coluna do Jornalista Ari Cunha, no Correio Braziliense deste domingo:

"UnB

Ao surgir os primeiros escândalos da UnB tivemos a precaução de defender o reitor. Timothy Mullholland decepcionou. Como a UnB é um saco de gatos, imaginamos que ele era pisoteado pelos corruptos. Informa o Ministério Público que pesa sobre ele a acusação de corrupção e formação de quadrilha."

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Timothy Mulholland é denunciado por formação de QUADRILHA


As festas juninas passaram mas nada como as festas julinas para recebermos uma tão esperada e justa notícia.

TIMOTHY É DENUNCIADO POR FORMAÇÃO DE QUADRILHA.

SAIU NO GLOBO e G1 - veja aqui.
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Segundo o MPDFT, ainda fariam parte da quadrilha Alexandre Lima (seu "amigo há mais de 20 anos"), Elenilde Duarte e Cláudio Machado.
“Quem coordenava o desvio era Alexandre Lima, sob a tutela do ex-reitor”, Raquel Branquinho, Procuradora da República no DF. Veja aqui mais noticias divulgadas no Correioweb. E aqui no Jornal de Brasília.

No Correio Braziliense a manchete é contundente:

MPF denuncia Mulholland e Lima
Para o Ministério Público Federal, o ex-reitor da Universidade de Brasília, o ex-diretor-executivo da editora da instituição e mais dois funcionários devem ser julgados por formação de quadrilha e peculato.
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Clique aqui e veja a noticia completa, postada no Blog CienciaBrasil.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Quadrilhas, mas não é festa junina


"ONGs irrigam campanha eleitoral"
Presidente da CPI afirma que verdadeiras quadrilhas existem no país para roubar cofres públicos

Jornal do Brasil
As articulações do senador Raimundo Colombo (DEM-SC), presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Organizações Não-Governamentais (ONGs), para dar sobrevida às investigações ainda não decolaram. Sem conseguir avançar sobre os dados bancários e fiscais das entidades envolvidas em uma delicada relação com o governo, o senador luta para desmontar as manobras governistas que levam a CPI, desde outubro do ano passado, a um marasmo. Em entrevista ao Jornal do Brasil, Colombo sustenta que mesmo sem conseguir expor as grandes quadrilhas que se disfarçam de ONGs por todo o país, a Comissão terá um papel fundamental no futuro ao propor um marco regulatório para o setor.
Há oito meses em andamento, a sensação que a CPI das ONGs deixa é de que ainda não disse a que veio. A criação da CPI já se justificou?
- Reconheço que temos dificuldades, mas a CPI está cumprindo seu papel. Dividimos os trabalhos em duas fases. A primeira foi a da evidência, da coleta de provas. Fizemos um amplo levantamento tentando montar um verdadeiro raio X do terceiro setor. Ao todo, são 300 mil entidades em todo o país e pelo menos 12 mil recebem recursos do governo federal. Fomos atrás de tudo, mas nem sempre tivemos ajuda. As informações, por exemplo, das ONGs que recebem recursos de estatais, apoio dos governos estaduais e até de órgãos internacionais nós nem sempre tivemos acesso. A segunda etapa é a investigação que estamos nos esforçamos para colocar em prática com o cruzamento de informações financeiras, mas também não está sendo um trabalho fácil.
O que tem dificultado a varredura nos gastos suspeitos?
- Desde o início defendemos a importância da quebra de sigilos fiscais e bancários para ajudar a comprovar o desvio de dinheiro público por meio das organizações. Mas o plenário da CPI, com maioria governista, tem impedido este acesso. Há um acordo com a base para termos acesso apenas às movimentações financeiras atípicas destas entidades no Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras). Poderemos verificar saque e depósitos acima de R$ 100 mil e, portanto, o avanço ainda é tímido e a CPI se enfraquece.
O que mais tem chamado a atenção do senhor durante as investigações?
- Há muita ONG séria, que trabalha e presta serviços realmente a uma população que o poder público nem sempre tem condições de atender. Mas também fica muito claro nesta nossa investigação que existe uma facção criminosa que se insere, se disfarça de ONG e causa um rombo incalculável nos cofres públicos. Já fizemos inúmeras projeções e não conseguimos fechar o prejuízo total.
Qual o papel do governo neste processo?
- Em toda esta história o que é mais significativo é o descaso dos agentes públicos. Não há critério na escolha, não há fiscalização, uma vez que os órgãos não apontam ao Tribunal de Contas da União as irregularidades identificadas por eles. Também não há cobrança de resultado. Você repassa o dinheiro para uma ONG cuidar de índios e não sabe o que aconteceu com o dinheiro.
Por que é cada vez mais comum identificarmos ONGs ligadas a políticos recebendo dinheiro público?
- É uma relação muito delicada. O que acontece é a mistura dos interesses políticos de alguns parlamentares com os eleitorais. Por outro lado a legislação das ONGs é frágil e facilita as irregularidades. Na prática, ainda não existem freios para que ONGs ligadas a políticos deixem de ser beneficiadas. O governo adiou a adoção de medidas porque estamos em ano eleitoral. Foi irresponsável. Nesse ambiente, são muito fortes as evidências de que o dinheiro destinado às ONGs irriga campanhas eleitorais.
Nos últimos meses surgiram novas suspeitas envolvendo centrais sindicais e o deputado Paulo Pereira (PDT-SP), da Força Sindical. A CPI vai tomar alguma providência?
- Já estamos tomando. Nosso levantamento tinha nos deixado em alerta em relação as centrais sindicais e as denúncias só reforçam a necessidade da CPI cobrar explicações das ONGs e da própria Força Sindical.
A CPI recebeu críticas por não ter um objeto específico de investigação com tantas denúncias a apurar. Mas de repente, com novas denúncias, as fundações de apoio às universidades públicas foram levadas ao olho do furacão. Foi uma saída dos parlamentares ou já havia um cerco a estas instituições?
- As descobertas sobre os contratos milionários da Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec), ligada à Universidade de Brasília, e a super lixeira do ex-reitor Timothy Mullholand, não poderiam ficar sem uma análise com lupa. E foi muito valida porque avançamos em muitos pontos e com a ajuda do Ministério Público aos poucos vamos identificando uma rede que age neste tipo de instituição. Temos indícios de irregularidades ainda não comprovados também em Pernambuco e no Rio Grande do Sul.
Há um movimento entre os governistas para encerrar os trabalhos da comissão investigativa até o dia 18 de julho, quando começa o recesso parlamentar. O senhor é a favor disso?
- Ainda temos muito o que construir. Precisamos dar uma reposta à sociedade. A oposição é contra esta proposta e vai tentar resistir e dar continuidade ao trabalho.
O que a CPI vai produzir ao final?
- Já estamos produzindo. O nosso principal resultado sem dúvida será a proposta para um novo marco regulatório voltado à fiscalização das ONGs que ficará a cargo do relator da CPI, senador Inácio Arruda (PCdoB-CE) apresentar. Hoje, uma prefeitura é fiscalizada pela Câmara de Vereadores, que tem condições de punir imediatamente, pelo Tribunal de Contas do Estado, pelo Ministério Público, ela [a prefeitura] tem que cumprir a lei das licitações, a Lei 8.666/93. Para dar um cheque para comprar uma caneta precisa dar um cheque nominal, que você pode rastrear. A ONG não tem nada disso, ela está totalmente liberada.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Onde está Lécia Mulholland, a esposa do ex-reitor?

O jornalista Cláudio Humberto escreveu na sua coluna:

"A Pupila do Sr. Reitor:

Mulher do ex-reitor da Universidade de Brasília Timothy Mulholland – o das lixeiras de R$ 1 mil – Lexia trabalha oficialmente no gabinete do deputado José Paulo Tóffano (PV-SP). Mas está difícil encontrá-la."

Quem é o Deputado José Paulo Tóffano ? (foto abaixo)

Ele é deputado federal pelo Partido Verde, com base eleitoral em Jaú. Tem vários cursos superiores - incompletos (veja a biografia aqui). Empresário educacional, defende os interesses calçadistas da região de Jaú. É irmão da Profa. Jaci Tóffano.

Quem é a Profa. Jaci Tóffano ? (foto ao lado)

Ex-Chefe de Gabinete do ex-reitor Timothy. Em março, a elegante Profa. Jaci esteve se apresentando em Jaú em comemoração ao Dia Internacional da Mulher (veja aqui no portal da Prefeitura de Jaú).

Uma virtuose ao piano, a Profa. Jaci, o ex-reitor Timothy e a Sra. Lecia são virtuoses das relações sociais.

sábado, 7 de junho de 2008

Nova etiqueta à mesa


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A jornalista Samantha Sallum, do Correio Braziliense, traz a informação de que o reitor temporário, Prof. Aguiar, almoçou na Finatec com os representantes da FINEP.
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Veja o comentário:
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"DE JANTARES NABABESCOS A ALMOÇO DE CANTINA O reitor da Unb, Roberto Aguiar, assinou a conta: R$ 412,00 num almoço servido para 12 pessoas ... O almoço ocorreu ...entre representantes da Unb e da Finep ... Comparada às contas dos requintados jantares patrocinados pela gestão passada, o almoço saiu por trocados. ... "era de Nababo" na UnB acabou."

sexta-feira, 6 de junho de 2008

O Mal que uma Má gestão fez à UnB


As verbas da FINEP estão suspensas por conta dos ílicitos praticados pela FINATEC e gestão Timothy-Mamiya. 26 projetos estão esperando a complementação de verbas (5,6 milhões de reais). Reitor pro-tempore tenta retomar o financiamento. Veja o que foi publicado no Correio Braziliense hoje, aqui.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Indiozinhos estão morrendo por desnutrição



E o que temos a ver com isso? TUDO!
Primeiro: a morte de crianças é terrrível.
Segundo: índios são tutelados pelo Estado.
Terceiro: A Editora da UnB foi uma das conveniadas da FUNASA que terceirizou seviços de atendimento aos índios (veja aqui o que já saiu neste blog sobre o assunto). Enquanto luxuosos jantares e presentes caros e fúteis eram comprados pela Editora da UnB (gerenciada por Alexande Lima que foi nomeado pelo amigo Timothy) , os índiozinhos morriam de fome.

Vexame e crime!

Veja o que saiu no Correioweb hoje, sobre a morte de índios: Desnutrição continua a matar índios no Mato Grosso. Relatório aprovado em CPI diz que, apesar de ter diminuído, mortalidade infantil ainda ameaça aldeias. Deputados sugerem secretaria especial.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Ex-reitor Lauro Morhy é acusado de improbidade administrativa

Lauro Morhy ( ao lado do ex-reitor Timothy) é acusado de improbidade administrativa
Matéria saiu no correioweb (veja aqui). Publicação: 02/06/2008 16:02 Atualização: 02/06/2008 17:07
Cecília de Castro - Correio Braziliense.com.br e Diego Amorim - Correio Braziliense
Comentários

"O procurador da República no Distrito Federal, Marco Aurélio Adão, entrou com uma ação civil por improbidade administrativa na 16ª Vara Federal Cível contra o ex-reitor da Universidade de Brasília (UnB) Lauro Morhy, a Fundação Universidade de Brasília (Fubra) e o diretor-presidente da Fubra Edeijavá Rodrigues Lira. Na ação o procurador acusa a UnB de contratar, ilegalmente, os serviços da Fubra para a construção do Instituto da Criança e do Adolescente (ICA) do Hospital Universitário, em 2002. Na ação o procurador argumenta que não é lícito e nem aceitável que a UnB transfira para a Fubra atividades administrativas, uma vez que a finalidade da entidade é de dar suporte a projetos de pesquisa e desenvolvimento institucional da UnB. Marco Aurélio também afirma que o contrato firmado entre a UnB e a Fubra nada mais é do que uma espécie de delegação total, para a Fundação de Apoio, da administração das verbas orçamentárias destinadas ao ICA, o que se caracteriza como ato lesivo ao patrimônio público. Marco Aurélio defendeu, ainda, durante o inquérito que os procedimentos administrativos para a contratação de obras, serviços e compras constituem atividades voltadas para atender a necessidade de caráter permanente da UnB, por isso, são proibidos contratos ou convênios. De acordo com o procurador o agravante é que as atividades desenvolvidas pela Fubra foram remuneradas. "Contratar uma obra não é atividade própria de fundações de apoio, foi uma simbiose que acabou causando prejuízo ao erário", defendeu o procurador.

O negócio
O contrato foi assinado em 17 de dezembro de 2003. No mesmo mês, a UnB teria transferido à Fubra a quantia de R$ 3,26 milhões. Em 2002, a UnB solicitou à bancada do DF no Congresso Nacional uma emenda parlamentar que destinasse recursos do orçamento da União para a construção do ICA, que teria uma área de cinco mil metros quadrados e necessitaria de uma verba de R$ 10 milhões. A proposta foi atendida e o valor liberado à UnB em 17 de dezembro de 2003.O Tribunal de Contas da União (TCU) já havia realizado duas auditorias nas obras do ICA, uma em 2004 e outra em 2006. A construção do Instituto iniciou em maio de 2005, mas as obras estão paradas. A reportagem do correiobraziliense.com.br entrou em contato com a direção da Fubra e não obteve resposta até o momento."

domingo, 1 de junho de 2008

Ronaldinhos & Timothy




O comentario de Affonso Romano de Sant' Anna no Correio Braziliense de hoje (clique aqui para ler), é uma crônica sobre o papel de empresas especializadas em limpar a imagem de notáveis, no caso os dois Ronaldos, brasileiros, jogadores de futebol. Escreve o escritor que a imprensa espanhola tem observado que o antes sóbrio Ronaldinho tem aparecido mais pesado nos jogos, estando acima do peso e com pouca disposição aos treinos. Atribui-se aos excessos de gandaia. Com o outro Ronaldo, é desnecessário falar do escândalo com travestis. Empresas estão trabalhando para que ambos se tornem mais palatáveis ao público, afinal carregam milhões de euros em suas imagens como personagens-propaganda. O Ronaldo, mesmo vasectomizado, aparece imediatamente como candidato a ser pai novamente e em fotos sorridente ao lado da "noiva" uma semana após o imbróglio.
O ex-reitor Timothy, que movimentava centenas de milhões de reais e portanto, representava interesses diversos na UnB, alguns bastante distantes dos objetivos da Instituição, tenta limpar a sua imagem, colocando a culpa em seus auxiliares, na mídia, nos interesses eleitoreiros, nos esquerdistas, etc. A estratégia é inculcar na mente das pessoas a teoria da conspiração de um sujeito oculto, não indentificado e com interesses pelo poder escusos. Algumas vezes, vozes raivoas dão o nome deste sujeito aos professores ligados à contestação dentro dea Instituição.
No backstage costura-se um esquema profissional, com gente de mídia trabalhando full-time, com servidores pedindo licença para entrar em campanha eleitoral e ganhar a qualquer custo a reitoria nas próximas eleições.
Ao mesmo tempo, o timotismo fomenta engenhosamente a ambição de candidatos à reitoria, em campanhas impulsivas e desqualificadas pelo apoio pífio nos três segmentos da UnB.
Estima-se que o custo da campanha será alto, muito alto. O ganho da reitoria pelo ex-reitor Timothy (ou seu testa-de-ferro), será o gende salto por cima de um homem público cuja imagem está indelevelmente marcada pela incompetência e suspeitas no gerenciamento da coisa pública. A acreditada vitória do Timotismo pelos seus asseclas, será uma vitória localizada e endogâmica. Não trará repercussões vantajosas para a Instituição no Brasil e no mundo. Será uma vitória de Pirro. Será um grande passo para o descrédito absoluto de uma Instituição chamada Universidade de Brasília.

sábado, 31 de maio de 2008

Timothy fez "Gestão temerária" na UnB


"Gestão temerária" é um eufemismo para o estilo opulento, perdulário, paroquial, ambicioso e cheio de ilegalidades na administração do ex-reitor Timothy. A tônica da gestão foi o clientelismo e a luxúria em prol de seu projeto de poder. Um projeto que ainda tenta se manter em curso, com supostos objetivos eleitorais na política partidária.
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Não é surpresa que um grupo tente ferrenhamente se manter no poder ao patrocinar a viabilização de uma candidatura pró-timothy ou com um testa-de-ferro para a próxima eleição. O professor-servidor, o estudante ou o servidor-funcionário, devem estar atentos para a armadilha dos argumentos rasos que tentam desqualificar aqueles que querem a demoracia plena na UnB.


NÓS NÃO QUEREMOS E NÃO VAMOS ADMITIR UM ADMINISTRADOR QUE TENHA QUALQUER VÍNCULO COM A GESTÃO ANTERIOR.


Alguns professores ligados visceralmente à gestão timothy, tentam desesperamente passar a imagem de desvinvulação com a gestão anterior da reitoria. Argumentos do tipo: "não se pode generalizar", "não se pode atacar sem antes julgar", são argumentos que negam a realidade histórica. Na história, a voz do senso comum e as normas de conduta não-escritas são tão fortes quanto a justiça formal. Ou melhor, são estas vozes e as regras não-escritas que determinaram as normas da justiça formal.

Veja o que saiu no Correio Braziliense hoje:
O ex-reitor Timothy Mulholland descumpriu normas da UnB quando decidiu ocupar e mobiliar a cobertura da 310 Norte
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por João Campos - Da equipe do Correio
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O ex-reitor da UnB Timothy Mulholland foi o único administrador na história da universidade que usou o Conselho Diretor da Fundação Universidade de Brasília (FUB), órgão responsável pela gestão do patrimônio da instituição, em proveito próprio. Pelo Regulamento de Moradia da universidade, 25 dos 2.175 imóveis de propriedade da UnB constituem uma reserva técnica administrada pelo reitor e destinada a professores visitantes e colaboradores da Administração Superior. Timothy decidiu ocupar e mobiliar um desses imóveis — a cobertura do Bloco J da 310 Norte — com dinheiro que deveria ser destinado às pesquisas. O ex-reitor, que já responde a uma ação judicial por improbidade administrativa, movida pelo Ministério Público do Distrito Federal (MPDF), agora pode ser alvo de uma sindicância interna. Isso porque, mesmo respaldado pelo Conselho Diretor, ele não poderia ter tomado a decisão sem consultar outras instâncias administrativas.
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O comportamento do ex-reitor foi classificado de “gestão temerária” pela atual administração da universidade. O secretário de Comunicação Social da UnB, professor Luiz Gonzaga Mota, explica como funcionam os conselhos dentro da instituição. O Conselho Diretor — formado por professores e empresários — é a instância máxima da FUB, fundação responsável pela gestão financeira e patrimonial da UnB. O Conselho Universitário (Consuni) — composto por alunos, servidores e professores —tem a última palavra nas questões acadêmicas. “Apesar de atuarem em áreas distintas, o estatuto prevê a interação entre as partes. Antes de a decisão de um ser colocada em prática, é preciso consultar e debater o tema. Principalmente nas questões de destinação da verba pública”, ressaltou Mota.
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A decisão dos membros do Conselho Diretor de destinar a cobertura 604 da 310 Norte e mobiliá-la com artigos de luxo para o ex-reitor não chegou ao Consuni ou a qualquer outra entidade representativa da universidade. O decano de administração e finanças, João Carlos Teatini, membro do Consuni, conta que a atitude de Timothy, apesar de respaldada pela legalidade e autonomia do Conselho Diretor, feriu o interesse público e o caráter democrático da instituição. “Foi uma decisão tomada às escuras e por isso questionável”, disse. Segundo ele, o desvio de Timothy pode render a abertura de uma sindicância, a pedido de qualquer integrante dos conselhos superiores. “Mas preferimos deixar nas mãos da Justiça”, complementou o decano.
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Para visitantes
O capítulo IX do Regulamento de Ocupação e Manutenção dos Imóveis Residenciais da FUB determina que os imóveis da reserva técnica “são destinados à atração de pessoal de alto nível de qualificação, podendo contemplar o Professor Visitante e colaboradores diretos da Administração Superior, selecionados pela UnB para fortalecer e manter o seu quadro docente funcional”. A regra foi quebrada por Timothy. “Os reitores deveriam morar em apartamentos funcionais, na Colina, 205 ou 206 Norte”, lembrou Teatini.
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Além disso, o ex-reitor, em outra decisão inédita no Conselho, optou por decorar com recursos públicos a luxuosa cobertura de 400 metros quadrados. O decano de finanças explica que a prática fere os princípios institucionais de moradia. “A UnB não pode mobiliar os apartamentos. Entregamos em condições básicas de moradia: pintura, fiação elétrica e rede de água. A mobília é por conta do inquilino”, detalhou. Timothy usou indevidamente a verba destinada a pesquisas na universidade, captadas pela Fundação de Empreendimentos Tecnológicos (Finatec). Só na mobília e utensílios domésticos foram gastos R$ 470 mil e mais R$ 72 mil em um carro de luxo. O desvio de verba dentro da UnB é alvo de sindicâncias do MPDF e da Controladoria-Geral da União (CGU) desde o fim de abril.
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A decisão de vender os artigos e imóveis de luxo comprados pela administração da universidade, anunciada em reunião na última quinta-feira, foi comemorada pela comunidade acadêmica. A vice-presidente da Associação dos Docentes da UnB (AdunB) e professora do Departamento de Engenharia, Graciela Nora Doz, criticou a ação do Conselho Diretor. “Sempre ressaltamos a ilegalidade e a elitização nas decisões do Conselho. A venda desses imóveis é uma tentativa de trazer a universidade de volta à normalidade”, declarou.
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O estudante de matemática, Elinaldo Moraes, 23 anos, ressalta a necessidade de rever a estrutura dos conselhos. Para ele, o debate sobre a paridade entre os segmentos nas decisões políticas é fundamental para a UnB sair da crise administrativa. “O Conselho Diretor, por exemplo, é formado só por professores. É preciso dar mais voz aos estudantes e servidores para fazer da UnB um ambiente mais democrático e evitar novos escândalos como os da última gestão”, afirmou. Hoje, os professores tem 70% de peso nas votações. Estudantes e servidores, 15% cada. Representantes do MPDF preferiram não comentar a decisão, por se tratar de um assunto administrativo interno."
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Veja mais clicando aqui.
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sexta-feira, 30 de maio de 2008

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Os inimigos da UnB que fizeram da Editora um escândalo nacional


A Editora da UnB, gerenciada por Alexandre Lima (amigo de duas décadas do ex-reitor), está cheia de irregularidades que lentamente vão sendo apresentadas à comunidade acadêmica e à sociedade.



"Prestação de contas da Editora da UnB apresenta irregularidadesVice-reitor da entidade divulgou o relatório nesta manhã.

Gratificações abusivas para prestadores de serviços, entrega de senhas que permitiam a movimentação de recursos para pessoas de fora da UnB e contratos que não atendiam aos interesses acadêmicos foram três dos problemas mais graves apontados pela nova gestão da entidade, no relatório de prestação de contas apresentado nesta manhã pelo vice-reitor temporário, José Carlos Balthazar. "Constatamos que tinham pessoas que recebiam gratificações de até R$ 12 mil, que é mais do que o próprio reitor ganha mensalmente" , explicou. "

terça-feira, 27 de maio de 2008

A luxúria do ex-reitor: o que fazer com o luxo do palacete pago pela UnB?

Deu no Jornal de Brasília de hoje - Clique na imagem para ampliar
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Sugestão para o que fazer com os sofas e mini-cinema: doar para a BCE. Lá eles terão utilidade.

terça-feira, 20 de maio de 2008

O Ex-reitor não quer depor


O ex-reitor da Universidade de Brasília (UnB) Timothy Mulholland apresentou nesta segunda-feira um atestado médico, alegando problemas de saúde e impossibilidade, para escapar de prestar depoimento ao Ministério Público do Distrito Federal (MPDF). A previsão dos promotores era ouvir Timothy esta semana.

No atestado, Timothy alegou depressão moderada, estresse, transtorno de adaptação e ansiedade. Como o atestado foi assinado por um cardiologista e não um psiquiatra, o promotor Ricardo Antônio de Souza vai pedir que uma junta médica examine o ex-reitor para verificar se de fato ele está com os problemas alegados.
Notícia completa no correioweb aqui.

domingo, 18 de maio de 2008

Timothy comemora com integrantes da CHAPA 1 no Ki-Filé

Timothy foi ovacionado ao chegar. Precisa comentar mais ?