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quarta-feira, 4 de junho de 2008

Indiozinhos estão morrendo por desnutrição



E o que temos a ver com isso? TUDO!
Primeiro: a morte de crianças é terrrível.
Segundo: índios são tutelados pelo Estado.
Terceiro: A Editora da UnB foi uma das conveniadas da FUNASA que terceirizou seviços de atendimento aos índios (veja aqui o que já saiu neste blog sobre o assunto). Enquanto luxuosos jantares e presentes caros e fúteis eram comprados pela Editora da UnB (gerenciada por Alexande Lima que foi nomeado pelo amigo Timothy) , os índiozinhos morriam de fome.

Vexame e crime!

Veja o que saiu no Correioweb hoje, sobre a morte de índios: Desnutrição continua a matar índios no Mato Grosso. Relatório aprovado em CPI diz que, apesar de ter diminuído, mortalidade infantil ainda ameaça aldeias. Deputados sugerem secretaria especial.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Os inimigos da UnB que fizeram da Editora um escândalo nacional


A Editora da UnB, gerenciada por Alexandre Lima (amigo de duas décadas do ex-reitor), está cheia de irregularidades que lentamente vão sendo apresentadas à comunidade acadêmica e à sociedade.



"Prestação de contas da Editora da UnB apresenta irregularidadesVice-reitor da entidade divulgou o relatório nesta manhã.

Gratificações abusivas para prestadores de serviços, entrega de senhas que permitiam a movimentação de recursos para pessoas de fora da UnB e contratos que não atendiam aos interesses acadêmicos foram três dos problemas mais graves apontados pela nova gestão da entidade, no relatório de prestação de contas apresentado nesta manhã pelo vice-reitor temporário, José Carlos Balthazar. "Constatamos que tinham pessoas que recebiam gratificações de até R$ 12 mil, que é mais do que o próprio reitor ganha mensalmente" , explicou. "

Mais e mais novidades da INCRÍVEL HISTÓRIA de Alexandre Lima e sua ligação com o timotismo.

Clique na imagem para ampliar - Jornal de Brasília de 29/05/2008.
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Uma outra parte desta reportagem pode ser lida clicando aqui.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Mais e mais gastos questionáveis na Editora da UnB

Deu no Jornal de Brasilia de hoje. Clique na imagem acima para ler o texto. São fatos gravíssimos (e até inacreditáveis) denunciados pelo MPDF. Vale a pena conferir.
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A matéria continua no texto abaixo - fala ainda dos gastos da FUBRA com restaurantes (que foi notícia ontem) e do resultado das eleições da Adunb (clique para ampliar).
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quinta-feira, 15 de maio de 2008

Editora da UnB é - em parte - lacrada

Clique na imagem para ampliar - Jornal de Brasilia de 15/05/2008

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Mais um escândalo da Editora da UnB

A pergunta é: como essas coisas puderam acontecer? Alexandre Lima, um dos amigos de mais de 20 anos do ex-reitor Timothy, nomeado pelo mesmo, fez da Editora da UnB uma empresa de negócios obscuros. Veja abaixo no Correio Braziliense:

DINHEIRO PÚBLICO

Pente-fino em convênios

Integrantes da CPI das ONGs querem devassa da Receita Federal em empresa contratada pela Editora da Universidade de Brasília


por Marcelo Rocha
Da equipe do Correio

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No endereço do Riacho Fundo II cadastrado pela empresa no Fisco funciona filial de igreja evangélica
Na tentativa de rastrear o destino dado pela Editora Universidade de Brasília (EDU) aos milhões de reais recebidos da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), a CPI das ONGs levanta suspeitas em torno da atuação da MI Management Profissionais Associados, empresa que funciona num pequeno escritório no Setor de Autarquias Sul. De acordo com os técnicos da comissão, a Management recebeu da editora cerca de R$ 1,9 milhão em contratos sem licitação entre os anos de 2004 e 2007.

No período, ainda segundo os dados em poder da CPI, a empresa foi beneficiária de R$ 2,2 milhões do governo federal. Ou seja, quase 100% de seu faturamento via verbas públicas teve origem na editora vinculada à Universidade de Brasília (UnB). E se destinava a programas de atenção à saúde dos povos indígenas. Em requerimento apresentado à CPI, o senador Álvaro Dias (PSDB-PR) propõe que a Receita Federal faça auditoria nas contas da empresa. O parlamentar justifica o pedido diante da desconfiança de a Management se tratar “apenas de uma entidade de emissão de notas fiscais”.

O Correio consultou o CNPJ da empresa no banco de dados da Receita Federal. A Management atende, agora, pelo nome de Vertice Associados, e oferece consultoria em tecnologia da informação, além de administração de fundos por contrato ou comissão. Apesar de funcionar no 11º andar de edifício do Setor de Autarquias, consta no cadastro do Fisco um endereço do Riacho Fundo II como sede oficial da entidade — conjunto 2 da QN 7F. No local, há uma igreja evangélica.

Pesquisa no Portal da Transparência, administrado pela Controladoria-Geral da União (CGU), revelou também que a Management recebeu até 2004 valores modestos — não superiores a R$ 10 mil — oriundos de órgãos da administração pública, caso dos ministérios do Turismo e Planejamento. Tratavam-se de parcerias que previam a capacitação de servidores nas respectivas áreas.

A partir de 2005, porém, a empresa teve um salto significativo nos negócios, ainda segundo as informações da CGU. Naquele ano, a Management recebeu R$ 145 mil da editora da UnB. Nos dois anos seguintes, mais dinheiro: R$ 840 mil e R$ 870 mil, respectivamente. Os três convênios tratavam de cooperação em programas de atenção à saúde indígena. “A entidade realiza tarefas muito distante do seu propósito”, afirmou o senador Álvaro Dias, na proposta de devassa encaminhada à cúpula da CPI.

Sem licitação
Na semana passada, em depoimento à comissão, o ex-diretor da EDU Alexandre Lima alegou “notório saber” para justificar a dispensa de licitação nas parcerias com a Management. A entidade que funciona no Setor de Autarquias Sul, porém, conta apenas com dois auxiliares administrativos e um motorista, além do diretor-presidente, Cleônides de Sousa Gomes.

Não satisfeito com as explicações de Lima, o senador tucano entende que é necessária a investigação da Receita para saber os efetivos beneficiários do dinheiro transferido pela editora à Management. A CPI deve analisar o pedido de Álvaro Dias nos próximos dias. A empresa de Cleônides também é alvo de investigação do Ministério Público do Distrito Federal (MPDF).

Entidade mudou de nome, de acordo com o arquivo da Receita



Empresário se defende

O Correio localizou Cleônides de Sousa Gomes na sexta-feira em seu escritório. Ele se restringiu a dizer que trabalha na administração de contratos dos associados, que seriam 500, e afirmou que “nunca trabalhou para a Editora UnB”, além de sustentar que não conhece o ex-diretor Alexandre Lima. O empresário disse que se manifestará sobre o assunto quando for notificado, sem dizer exatamente de onde espera tal notificação. Sobre o endereço no Riacho Fundo II, onde existe uma igreja evangélica, Cleônides argumentou que já ocupou o local, mas há três anos se mudou para o Setor de Autarquias. “Não estou me escondendo. Meu endereço está no site da empresa. Não foi lá que você se informou para chegar aqui?”, ponderou. "

domingo, 27 de abril de 2008

UnB: imóveis suspeitos - os esqueletos da crise não param de ser descobertos

Prezado leitor,
Clique na imagem acima, do Jornal de Brasília de hoje, para ampliar.

sábado, 26 de abril de 2008

Funsaúde na mira da CPI das ONGs

Deu no Jornal de Brasilia de hoje (26/04/2008)
Clique na imagem acima para ampliar.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Editora da UnB: Gastos MUITO suspeitos (deu no Jornal de Brasília)


Prezado leitor do UnB Livre.
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Veja o que saiu hoje no Jornal de Brasilia. São mais "novidades" sobre o caso de suportas mega-irregularidades na Editora da UnB. Uma delas é o pagamento de milhões de reais a uma empresa (MI Management), que segundo os senadores, poderia ser uma empresa-laranja.
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Esta pode ser a 9a Praga do Egito sobre a UnB (clique aqui para saber mais - no blog CiênciaBrasil - sobre as "Pragas do Egito").
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Os textos estão nas imagens ao lado, e abaixo. Basta clicar nelas para poder ler.
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Para conhecer, via Portal da Transparência, alguns dos gastos mais supeitos da Editora em 2006 e 2007, clique aqui. Você vai achar os pagamentos para a MI Management.
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Entre janeiro e março de 2008, a Editora fez pagamentos a profs. da UnB. Para saber, procure você mesmo no Portal (IT IS FUN !).


quinta-feira, 24 de abril de 2008

Gastos da Editora da UnB em 2007 e 2006


Gastos de 2006

Gastos de 2007
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Para ver os principais gastos da Editora da UnB em 2006 e 2007, (rubrica de pessoa jurídica), clique nas imagens acima.
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Observem como a FUBRA e empresa MI Management receberam valores elevados da Editora. Aparecem ainda também a Funsaúde e a própria editora (!).

Alexandre Lima, família e uma empresa suspeita (MI Management): mais escândalos

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Negócio em familia
CPI das ONGs quer quebrar sigilos de ex-diretor da UnB, acusado de favorecer parentes num esquema de tráfico de influência
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Correio Braziliense (24/04/2008)
por Renato Alves

O ex-diretor-executivo da Editora Universidade de Brasília (UnB) Alexandre Lima não convenceu os integrantes da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Organizações Não-Governamentais (ONGs). Ele deixou a sessão de ontem, após quase quatro horas de depoimento, sob novas denúncias de desvio de recursos públicos. As mais fortes são supostos direcionamentos de contratos com empresas privadas e ONGs montadas por parentes dele e de funcionários da editora.

No interrogatório, Lima, que já responde a ações por enriquecimento ilícito e improbidade administrativa, admitiu que a mulher, o filho e amigos recebem dinheiro por convênios que ele coordenava (veja quadro, com detalhes, clicando aqui). Até então, os casos mais conhecidos de irregularidades envolvendo seu nome eram compras de nove canetas de luxo por R$ 9 mil e jantares caros com dinheiro que deveria ser destinado à assistência de povos indígenas, por meio de convênio entre a UnB e a Funasa, órgão do Ministério da Saúde.

Lima foi pego de surpresa por perguntas feitas pelo senador Álvaro Dias (PSDB-PR), integrante da CPI. Com base em investigação do Ministério Público do Distrito Federal (MPDF) sobre a UnB, Dias trouxe à tona o tráfico de influência para a montagem do que ele classificou como “verdadeiro esquema familiar” envolvendo contratos de convênios da universidade pública. O senador citou, entre outras denúncias, os repasses da Editora UnB de R$ 1,2 milhão à ONG dirigida por Maria Delzeni Ribeiro, que também atuava na editora como prestadora de serviços.

Álvaro Dias não poupou crítica à essas relações familiares. “Delzeni trabalha numa editora, tem ONG que recebe dinheiro da editora, tem uma filha que é sócia do filho de quem coordena a editora e que comanda processo de pagamentos da dona Delzeni, e que autoriza repasses a uma ONG laranja e outras ONGs”, ressaltou o tucano. Em seguida, ele afirmou que se trata de uma “conexão complexa, perigosa e promíscua”. “Tráfico de influência é muito pouco. É uma relação de promiscuidade, complexa, ampla, que envolve interesses familiares”, finalizou.

Quebra de sigilos
Outra revelação foi feita pelo senador Antonio Carlos Júnior (DEM-BA), também integrante da CPI. Ele afirmou que a Editora UnB pagou R$ 2 milhões, por “notório saber”, sem licitação, à empresa MI Management. Tal firma, segundo o parlamentar, tem três funcionários — dois auxiliares administrativos e um motorista. Alexandre Lima afirmou que a empresa trabalha com consultores associados. O senador considerou as respostas de Lima “evasivas”.

Também insatisfeito com as explicações, o senador José Agripino (DEM-RN) pediu a quebra de sigilo bancário e fiscal do ex-dirigente da Editora UnB. O pedido foi reforçado por Álvaro Dias. Por falta de quórum, os requerimentos de quebra de sigilo e convocações não puderam ser votados. Elas estarão na pauta da próxima reunião da CPI, sem data marcada. Os parlamentares aprovaram ao fim da reunião requerimento pedindo cópias das auditorias feitas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e pelo Ministério Público sobre a atuação da Editora UnB.

ENTENDA O CASO
DINHEIRO PARA DECORAÇÃO


O Ministério Público do DF começou a investigar os gastos da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Finatec) em agosto de 2007. A Finatec liberou R$ 470 mil para decoração do imóvel funcional ocupado pelo então reitor da UnB, Timothy Mulholland

Em janeiro, o MPDF entrou com ação na Justiça denunciando desvios dos objetivos da fundação, criada para promover o desenvolvimento científico, e pediu o afastamento dos cinco diretores. Em 15 de fevereiro, a Justiça afastou os diretores até sentença judicial definitiva

As denúncias de má gestão dos recursos públicos atingiram também a Fundação de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico na Área de Saúde (Funsaúde). Há três semanas, o MPDF iniciou auditoria na Funsaúde para apurar gastos que podem ultrapassar R$ 65 mil em festas, canetas importadas Mont Blanc, televisores de LCD e passagens aéreas até para familiares do então diretor-executivo da Editora UnB, Alexandre Lima, responsável pelo convênio

Timothy e o decano de Administração, Érico Paulo Weidle, foram denunciados à Justiça Federal por improbidade administrativa. O reitor renunciou-se do cargo há 10 dias, um dia após o vice-reitor, Edgar Mamiya, tomar a mesma decisão

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Em tempo:
Leia mais sobre o depoimento do Alexandre Lima no blog CienciaBrasil (clique abaixo) e no Jornal de Brasília de hoje.
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UnB News: Alexandre Lima fala na CPI das ONGs e entrega ex-reitor
(blog Ciência Brasil - o blog do Marcelo Hermes)
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Jornal de Brasília
CPI das ONGs: Situação mais complicada
Ex-diretor de Editora UnB se depara com várias denúncias
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(clique aqui para ler a matéria)

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Alexandre Lima acusa o ex-reitor

UnB: ex-diretor de editora responsabiliza ex-reitor

O ex-diretor da Editora da Universidade de Brasília (UnB) Alexandre Lima disse em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das ONGs que foi a pedido do ex-reitor Timothy Mulholland que ele autorizou a compra de nove canetas de luxo Montblanc - no valor de R$ 9 mil. As canetas foram usadas para presentear professores. Veja aqui.

Ex-diretor-executivo da Editora da UNB depõe na CPI das ONGs


Publicação: 23/04/2008 11:32 Atualização: 23/04/2008 14:44
Começou às 11h20 o depoimento do ex-diretor-executivo da Editora da UNB, Alexandre Lima, na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das ONGs, no Senado Federal. Lima terá que explicar a liberação de R$ 14 milhões para a Fundação de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico da Saúde. O autor do requerimento da convocação, senador Álvaro Dias (PSDB-PR), quer saber qual a relação da editora com os programas da fundação.

Esta é a segunda convocação do ex-diretor-executivo da editora. Ele faltou à sessão de três semanas atrás, alegando problemas de saúde, mas não informou a doença.

Alexandre Lima também é investigado pelo Ministério Público Federal e do DF. Procuradores da República e promotores de Justiça apuram convênios firmados por fundações de apoio à UNB que eram gerenciados por Lima.

domingo, 30 de março de 2008

Quem devolveu o dinheiro da passagem?


Quem devolveu a passagem aérea indevidamente comprada para a esposa do Magnífico Reitor?

Quando foi realizada a devolução?

Onde estão os comprovantes da devolução?


A Editora da UnB (via Funsaúde) autorizou a compra de passagem aérea para a esposa do Magnifico Reitor, Timothy Mulholland, no final do ano passado, no trajeto Brasília-Teresina-Brasília. A "UnB informou ter sido um equívoco da empresa de turismo e que o dinheiro foi devolvido aos cofres públicos"

Onde estão o comprovantes? Por que a reitoria não divulga os comprovantes para dar credibilidade às suas versões?

domingo, 23 de março de 2008

Gastos irregulares na Funsaúde e Editora da UnB ?


Leitores,
Bom domingo de Páscoa
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Estamos divulgando uma reportagem que saiu no Bom Dia DF na quinta-feira, 20/03/2008 (1 dia depois do que foi noticiado no Jornal Nacional sobre o caso - veja aqui o JN)
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"A suspeita é de desvio de recursos que deveriam ter sido usados na saúde dos índios. O diretor da Editora da UnB, Alexandre Lima, foi quem autorizou todos os gastos irregulares."
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Vale a pena assistir, pois esclarece muitas coisas - fatos não cobertos pelo JN em 19/03. Há muito mais que canetas Mont Blanc nesta estória.
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Dura 3 minutos; clique aqui para assistir o Bom Dia DF.
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EM TEMPO
Não deixem de ler nosso Manifesto em Defesa da UnB, clicando aqui.