quarta-feira, 11 de junho de 2008

Reitoria pro-tempore afrouxa as relações com as Fundações


Fundação de apoio extinta em maio será recriada
"A Fundação de Estudos e Pesquisas em Administração e Desenvolvimento (Fepad), instituição de apoio à Universidade de Brasília (UnB) extinta em maio por desvio de conduta, voltará a atuar na promoção de pesquisas. A decisão da reitoria atende pedido de pesquisadores, que aceitaram se adequar às novas regras da portaria interministerial 465/08 — dos ministérios da Educação (MEC) e da Ciência e Tecnologia — que reestrutura as relações entre as fundações e as universidades. Já a Fundação Universitária de Brasília (Fubra), que questiona a legalidade da norma, corre o risco de ser desvinculada em 2009. As outras quatro fundações devem continuar com os convênios. "
Matéria completa publicada peo Correio Brasiliense pode ser lida clicando aqui.

Procurando a rádio escuta: continua a procura por um aparato de escutas de conversas na reitoria. Veja aqui.

terça-feira, 10 de junho de 2008

O Eixo








O blog Ciência Brasil divulgou hoje que fontes dão como certa a aliança do Prof. Volnei Garrafa com setores do PTismo e com o timotismo. Por trás da negociação estaria ainda a Profa. Dóris Santos Farias, fiel escudeira do timotismo que articulou a desastrada defesa do ex-reitor semanas antes da defenestração. A cabeça-de-chapa seria a Profa. Lourdes Bandeira, secundada por Volnei (ou vice-versa). Do Arqueo-PTismo sairiam nomes tais como Nepomuceno, Paulo Cesar Marques e...
.
Quem conhece Volnei Garrafa e Dóris Santos Farias, sabe a fome de poder que ambos possuem. Volnei foi várias vezes candidato a reitor e Dóris sempre esteve nas fímbrias do poder. Nos escândalos da tenebrosa gestão Timothy, Dóris defendeu veementemente o seu patrão. Volnei manteve-se no mais absoluto silêncio.

O que os une?
.

O Conselho do Instituto de Biologia da UnB nega a paridade



O Conselho do Instituto de Biologia da UnB, sob a coordenação da Profa. Sônia Báo e do prof. Jader Marinho (fotos), grandes simpatizantes do ex-reitor Timothy, reunido na última sexta-feira, rejeitou a eleição paritária decidida pelo CONSUNI.
Alguns departamentos que eram favoráveis à paridade, foram voto vencido.
O grupo timotista e seus simpatizantes apostam no confronto direto simples, como forma de inviabilizar a democracia na UnB.
Estamos marchando para o aprofundamento de uma crise sem precedentes. O conservadorismo e a negação da força dos estudantes como segmento representativo da comunidade universitária e da sociedade na UnB, está aprofundando um valo para enterrrar a UnB. Estes são os "amigos da UnB". O timotismo e seus simpatizantes acham que a UnB é de sua propriedade e não querem perder os polpudos privilégios.

FUBRA será descredenciada pela UnB (será mesmo ?)


Segundo o Jornal Correio Braziliense, a FUBRA, entidade com desvios de função e sob a mira do MPDFT deverá ser descredenciada pela UnB. Veja a matéria com críticas no blog Ciência Brasil (Prof. Marcelo Hermes-Lima), clicando aqui. O Prof. Marcelo, como membro e colaborador, expressa com precisão o pensamento do Coletivo UnB Livre quanto à FUBRA.

A decisão da FUBRA em não acatar as decisões da UnB, levando a decisão fatalmente para a justiça, cria um gravíssimo precedente. As conseqüências para a Instituição poderão ser as piores possíveis. O impasse pode simplesmente levar ao aumento da intervenção pelo judiciário e pelo MEC. A decisão capitaneada pelo Prof. Aiporê Rodrigues (foto acima), Presidente de FUBRA, pode causar definitivamente uma grande cisão e fragmentação da UnB como Instituição Federal de Ensino.

O grupo timotista e seus simpatizantes apostam no confronto direto simples, como forma de inviabilizar a democracia na UnB. Estamos marchando para as piores das crises. O timotismo e seus simpatizantes acham que a UnB é de sua propriedade e não querem perder os polpudos privilégios.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Administração atual tenta resgatar as decisões colegiadas na UnB


Veja o que a SECOM/UnB divulgou aqui.

Será que todos os colegiados e conselhos foram consultados e se manifestaram livremente?

domingo, 8 de junho de 2008

Rindo de nós mesmos

A domesticação do cão já estava consolidada há 15 mil anos, no período natufiano, embora pesquisas de dna mitocondrial de várias raças sugiram um surgimento há pelo menos 150 mil anos....... Ou o pragmatismo acima foi mais forte?

sábado, 7 de junho de 2008

Nova etiqueta à mesa


.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
A jornalista Samantha Sallum, do Correio Braziliense, traz a informação de que o reitor temporário, Prof. Aguiar, almoçou na Finatec com os representantes da FINEP.
.
Veja o comentário:
.
"DE JANTARES NABABESCOS A ALMOÇO DE CANTINA O reitor da Unb, Roberto Aguiar, assinou a conta: R$ 412,00 num almoço servido para 12 pessoas ... O almoço ocorreu ...entre representantes da Unb e da Finep ... Comparada às contas dos requintados jantares patrocinados pela gestão passada, o almoço saiu por trocados. ... "era de Nababo" na UnB acabou."

Campeões de recebimentos da UnB





Curioso: professores ganharam pela rubrica de Pessoa Física mais de 100 mil reais em 2005.

Veja aqui clicando aqui. (dados de domínio público).
.
Conheça alguns professores (clique nos nomes):

Um casal (fotos acima): Lia Zanotta Machado (R$ 53.1 mil) + Benício Viero Schmidt (R$ 101,1 mil) = R$ 154,2 mil

Outro casal: Henrique Castro (foto acima) (R$ 115,8 mil)+ Sônia Ranincheski (R$ 47,8 mil) = R$163,6 mil

Estes valores são superiores ao salário regular de um professor universitário. Quem os pagou foi a Secretaria de Empreendimentos da UnB (EMP-UnB), extinta no ínicio de 2006.
.
Gostariamos de explicações. É nosso direito pedir que a reitoria da UnB se pronuncie a este respeito. Não desconfiamos de nada. Mas queremos saber a natureza dos serviços prestados para a extinta EMP-UnB.
.
É um convite para a transparência na universidade.
.
Henrique Castro foi um ativo apoiador da Chapa 1 ("Adunb para os Professores ") que ganhou as últimas eleições para a Adunb. Agora, se articulam para retornar à reitoria nas próximas eleições para reitor. Imaginamos porque.

Gasto na UnB em pagamento a pessoas físicas favoreceu muitos aliados do timotismo


O blog Ciência Brasil, gerenciado pelo Prof. Marcelo Hermes-Lima, da UnB, está fazendo uma detalhada divulgação sobre os gastos de pessoas físicas na UnB nos últimos anos. A grande maioria destes está comprometida (coincidentemente ou não?) com a defesa incondicional do timotismo. Esta rubrica de despesa se tornou praticamente um "segundo salário" para muitos professores e alguns funcionários técnico-administrativos. Suspeita-se que este conjunto de vassalos é o sustentáculo de defesa e manutenção do timotismo e sua rede de clientelismo, imoralidade e ilícitos.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

O Mal que uma Má gestão fez à UnB


As verbas da FINEP estão suspensas por conta dos ílicitos praticados pela FINATEC e gestão Timothy-Mamiya. 26 projetos estão esperando a complementação de verbas (5,6 milhões de reais). Reitor pro-tempore tenta retomar o financiamento. Veja o que foi publicado no Correio Braziliense hoje, aqui.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Coletivo UnB Livre sugere importantes complementos ao Regimento Eleitoral


Prezados docentes, estudantes e servidores da Universidade de Brasília

A luta contra a corrupção e o clientelismo e em defesa da autonomia, da democracia, da ética e da transparência na gestão pública da UnB chega a um novo patamar com a discussão das regras que devem presidir o processo eleitoral. Desde o início desta luta, o Coletivo UnB Livre sempre defendeu as eleições paritárias e a convocação do Congresso Estatuinte Paritário como passos decisivos para que a democracia, a autonomia e a ética possam voltar a prevalecer na gestão coletiva de nossa universidade pública. Estas importantes reivindicações, levantadas pelo movimento estudantil, já foram aprovadas nas assembléias dos estudantes, dos servidores e dos docentes e em muitos colegiados e conselhos das mais diversas unidades acadêmicas da UnB.

Concordamos com as linhas gerais do projeto de regimento que foi apresentado na última reunião do CONSUNI e posteriormente encaminhado às unidades acadêmicas para discussão e deliberação, que deverá culminar, no próximo dia 13 de junho, com a aprovação do regimento eleitoral na próxima reunião do CONSUNI. Todavia, diante da natureza e da magnitude da crise que se instalou na UnB, pensamos que o regimento eleitoral deve ser explícito em seu repúdio ao abuso do poder econômico e conter previsões precisas para que este não seja praticado nas eleições para a reitoria.

Na medida em que as investigações em curso apontam cada dia mais claramente para métodos de gestão improbos, envolvendo grandes quantias de dinheiro público, impedir o abuso do poder econômico no processo eleitoral é uma condição imprescindível para a lisura das eleições que vão escolher a próxima reitoria de nossa Universidade. Para que tenhamos eleições pautadas pela ética e pela moralidade, a comunidade acadêmica não pode permitir que indivíduos que estão sendo indiciados criminalmente e levados a processo possam ser considerados aptos a dirigir nossa instituição. Por isso, sugerimos à comunidade acadêmica que não possam colocar seus nomes para a apreciação da comunidade universitária no pleito eleitoral aqueles cidadãos que estão sendo indiciados e aguardam processo ou se encontram já sendo processados judicialmente por delitos na gestão da coisa pública.

Propomos à comunidade acadêmica o acréscimo de três novos artigos ao regimento eleitoral em discussão:

a) o financiamento das eleições para a reitoria da UnB será exclusivamente público. O teto para os gastos de campanha será oportunamente definido pela Comissão Eleitoral, que deverá fiscalizar todo o processo eleitoral a fim de assegurar que os recursos utilizados nas eleições tenham origem exclusiva no financiamento público. Quem utilizar recursos adicionais na campanha deverá ter sua candidatura imediatamente impugnada pela Comissão Eleitoral. A Comissão Eleitoral julgará todos os casos e recursos apresentados quanto a esta questão;

b) não poderão participar das eleições para a reitoria da UnB docentes que tenham sido indiciados e se encontrem aguardando processo ou sendo processados por malversação de recursos públicos e outros delitos congêneres.

Também, para garantir a ampla participação dos três segmentos, propomos a inclusão de uma terceira emenda ao regimento eleitoral, relativa, neste caso, aos dias em que se realizarão as eleições:

c) Os dias de votação em primeiro e segundo turno deverão ser dias letivos de comparecimento normal às aulas.

Terminamos conclamando todos os segmentos da comunidade universitária a discutirem e aprovarem nos colegiados e conselhos das unidades acadêmicas e no CONSUNI estas importantes emendas ao regimento eleitoral como condição indispensável para assegurar a lisura das eleições que escolherão a próxima administração superior de nossa UnB.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

FUBRA - recebimento de verbas públicas (de acordo com o Portal da Transparência)

.
Pagamentos para FUBRA - Fundação Universitária de Brasília
CNPJ = 03.151.583/0001-40
.
em 2008 - clique aqui - R$ 5,5 milhões (de janeiro a abril)
(sendo 412 mil para Obras - via FUB)
.
em 2007 - clique aqui - R$ 17,7 milhões
(sendo 1,2 milhões para Obras - via FUB)
.
em 2006 - clique aqui - R$ 41,2 milhões
(sendo 504 mil para Obras - via FUB)
.
em 2005 - clique aqui - R$ 23,9 milhões
.
em 2004 - clique aqui - R$ 26,6 milhões

Indiozinhos estão morrendo por desnutrição



E o que temos a ver com isso? TUDO!
Primeiro: a morte de crianças é terrrível.
Segundo: índios são tutelados pelo Estado.
Terceiro: A Editora da UnB foi uma das conveniadas da FUNASA que terceirizou seviços de atendimento aos índios (veja aqui o que já saiu neste blog sobre o assunto). Enquanto luxuosos jantares e presentes caros e fúteis eram comprados pela Editora da UnB (gerenciada por Alexande Lima que foi nomeado pelo amigo Timothy) , os índiozinhos morriam de fome.

Vexame e crime!

Veja o que saiu no Correioweb hoje, sobre a morte de índios: Desnutrição continua a matar índios no Mato Grosso. Relatório aprovado em CPI diz que, apesar de ter diminuído, mortalidade infantil ainda ameaça aldeias. Deputados sugerem secretaria especial.

Darwin visita Brasília

Clique na imagem para ampliar (Jornal de Brasilia de 04/06/2008).
.
Lembrando de vários colegas professores da UnB irão dar palestras sobre evolução, ciência e Darwin. Vários alunos da UnB estão atuando como monitores desta lindíssima exposição. Não percam - e levem seus filhos.
.
Uma UnB-Livre é uma UnB-das-Belas-Ciências !
(Frase do MHL)

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Lauro Morhy e FUBRA na mira do MPF

Clique na imagem para ampliar - Jornal de Brasilia - 03/06/2008


No Correio Braziliense há informações adicionais (veja clicando aqui).


Matéria do Correio Braziliense

UnB S. A.: a maior imobiliária de Brasília.


No topo da lista de proprietários
Patrimônio imobiliário da UnB é avaliado em R$ 1 bilhão por entidades do setor. Instituição mantém site com ofertas de imóveis para alugar, como “atividade típica da iniciativa privada”. Clique aqui para ver a íntegra.

Ex-reitor Lauro Morhy é acusado de improbidade administrativa

Lauro Morhy ( ao lado do ex-reitor Timothy) é acusado de improbidade administrativa
Matéria saiu no correioweb (veja aqui). Publicação: 02/06/2008 16:02 Atualização: 02/06/2008 17:07
Cecília de Castro - Correio Braziliense.com.br e Diego Amorim - Correio Braziliense
Comentários

"O procurador da República no Distrito Federal, Marco Aurélio Adão, entrou com uma ação civil por improbidade administrativa na 16ª Vara Federal Cível contra o ex-reitor da Universidade de Brasília (UnB) Lauro Morhy, a Fundação Universidade de Brasília (Fubra) e o diretor-presidente da Fubra Edeijavá Rodrigues Lira. Na ação o procurador acusa a UnB de contratar, ilegalmente, os serviços da Fubra para a construção do Instituto da Criança e do Adolescente (ICA) do Hospital Universitário, em 2002. Na ação o procurador argumenta que não é lícito e nem aceitável que a UnB transfira para a Fubra atividades administrativas, uma vez que a finalidade da entidade é de dar suporte a projetos de pesquisa e desenvolvimento institucional da UnB. Marco Aurélio também afirma que o contrato firmado entre a UnB e a Fubra nada mais é do que uma espécie de delegação total, para a Fundação de Apoio, da administração das verbas orçamentárias destinadas ao ICA, o que se caracteriza como ato lesivo ao patrimônio público. Marco Aurélio defendeu, ainda, durante o inquérito que os procedimentos administrativos para a contratação de obras, serviços e compras constituem atividades voltadas para atender a necessidade de caráter permanente da UnB, por isso, são proibidos contratos ou convênios. De acordo com o procurador o agravante é que as atividades desenvolvidas pela Fubra foram remuneradas. "Contratar uma obra não é atividade própria de fundações de apoio, foi uma simbiose que acabou causando prejuízo ao erário", defendeu o procurador.

O negócio
O contrato foi assinado em 17 de dezembro de 2003. No mesmo mês, a UnB teria transferido à Fubra a quantia de R$ 3,26 milhões. Em 2002, a UnB solicitou à bancada do DF no Congresso Nacional uma emenda parlamentar que destinasse recursos do orçamento da União para a construção do ICA, que teria uma área de cinco mil metros quadrados e necessitaria de uma verba de R$ 10 milhões. A proposta foi atendida e o valor liberado à UnB em 17 de dezembro de 2003.O Tribunal de Contas da União (TCU) já havia realizado duas auditorias nas obras do ICA, uma em 2004 e outra em 2006. A construção do Instituto iniciou em maio de 2005, mas as obras estão paradas. A reportagem do correiobraziliense.com.br entrou em contato com a direção da Fubra e não obteve resposta até o momento."

O Analfabetismo DE VERDADE no Brasil

Clique no texto acima para ampliar. Foi publicado hoje no Jornal de Brasília.
.
Veja aqui o que diz o blog Ciênca Brasil (Prof. Marcelo Hermes-Lima), sobre o "analfabetismo funcional".

Universidade do Século XXI: Este é o nome de um dos grandes Programas de Governo (de número 1073 , do MEC), que está no Portal da Transparência. Joga milhões nas universidades para o pagamento da rubrica Pesssoa Física.
Dezenas de timotistas receberam pelo Programa 1073. Vamos procurar no Portal ?

domingo, 1 de junho de 2008

Ronaldinhos & Timothy




O comentario de Affonso Romano de Sant' Anna no Correio Braziliense de hoje (clique aqui para ler), é uma crônica sobre o papel de empresas especializadas em limpar a imagem de notáveis, no caso os dois Ronaldos, brasileiros, jogadores de futebol. Escreve o escritor que a imprensa espanhola tem observado que o antes sóbrio Ronaldinho tem aparecido mais pesado nos jogos, estando acima do peso e com pouca disposição aos treinos. Atribui-se aos excessos de gandaia. Com o outro Ronaldo, é desnecessário falar do escândalo com travestis. Empresas estão trabalhando para que ambos se tornem mais palatáveis ao público, afinal carregam milhões de euros em suas imagens como personagens-propaganda. O Ronaldo, mesmo vasectomizado, aparece imediatamente como candidato a ser pai novamente e em fotos sorridente ao lado da "noiva" uma semana após o imbróglio.
O ex-reitor Timothy, que movimentava centenas de milhões de reais e portanto, representava interesses diversos na UnB, alguns bastante distantes dos objetivos da Instituição, tenta limpar a sua imagem, colocando a culpa em seus auxiliares, na mídia, nos interesses eleitoreiros, nos esquerdistas, etc. A estratégia é inculcar na mente das pessoas a teoria da conspiração de um sujeito oculto, não indentificado e com interesses pelo poder escusos. Algumas vezes, vozes raivoas dão o nome deste sujeito aos professores ligados à contestação dentro dea Instituição.
No backstage costura-se um esquema profissional, com gente de mídia trabalhando full-time, com servidores pedindo licença para entrar em campanha eleitoral e ganhar a qualquer custo a reitoria nas próximas eleições.
Ao mesmo tempo, o timotismo fomenta engenhosamente a ambição de candidatos à reitoria, em campanhas impulsivas e desqualificadas pelo apoio pífio nos três segmentos da UnB.
Estima-se que o custo da campanha será alto, muito alto. O ganho da reitoria pelo ex-reitor Timothy (ou seu testa-de-ferro), será o gende salto por cima de um homem público cuja imagem está indelevelmente marcada pela incompetência e suspeitas no gerenciamento da coisa pública. A acreditada vitória do Timotismo pelos seus asseclas, será uma vitória localizada e endogâmica. Não trará repercussões vantajosas para a Instituição no Brasil e no mundo. Será uma vitória de Pirro. Será um grande passo para o descrédito absoluto de uma Instituição chamada Universidade de Brasília.

sábado, 31 de maio de 2008

ERRATA sobre totó, gritos e torneio de arrotos no Centro Acadêmico


O Professor Carlos Pio (IPOL) no debate público sobre a paridade, fez declarações que geraram réplicas, entre as quais, uma em específico da Profa. Rita Segato (veja aqui).

O Prof. Carlos Pio enviou mensagem ao blog, nestes termos:

"Prezada Profa. Rita Segato,Tomei conhecimento desta mensagem por um aluno do CA de Ciência Política que, indignado, procurou-me para dizer que o CAPOL jamais serviu de guarida para desordeiros.Na verdade, o estudante está correto e seu texto errado.Tenho um vídeo do debate e posso fazer uma cópia que a senhora ateste que JAMAIS FIZ MENÇÃO AO CAPOL, mas a UM DOSCA'S LOCALIZADOS NO PRÉDIO DA FACE/FDIREITO. Preferi omitir deliberadamente de qual dos CA's se tratava justamente para evitar este tipo de problema. No entanto, como a senhora tomou a frente e postou sua versão das minhas palavras no debate, sinto-me na obrigação de corrigir-lhe. Tratava-se do CA de Ciências Contábeis-CACIC e o episódio narrado naquele evento não visava ridicularizar o alunado da UnB, como a senhora maldosamente faz parecer.Gostaria de pedir-lhe que retire do seu texto a designação IPOL (Instituto de Ciência Política) como referência ao CA que foi objeto de minhas considerações.

Atenciosamente,

Carlos Pio "


A resposta foi postada hoje, pela Profa. Rita Segato, nestes termos:

"ERRATA

Prezado Administrador do blog UnB Livre: a pedido do próprio professor citado, por favor retifique o nome do CA ao qual o Prof. Carlos Pio fez referência na sua fala que critiquei. Os estudantes que jogam totó, gritam e fazem competição de arrotos és "UM DOS CA'S LOCALIZADOS NO PRÉDIO DA FACE/FDIREITO", e não os do CA de Ciências Políticas - CAPOL.

Obrigada,

Rita Segato"

Timothy fez "Gestão temerária" na UnB


"Gestão temerária" é um eufemismo para o estilo opulento, perdulário, paroquial, ambicioso e cheio de ilegalidades na administração do ex-reitor Timothy. A tônica da gestão foi o clientelismo e a luxúria em prol de seu projeto de poder. Um projeto que ainda tenta se manter em curso, com supostos objetivos eleitorais na política partidária.
.
Não é surpresa que um grupo tente ferrenhamente se manter no poder ao patrocinar a viabilização de uma candidatura pró-timothy ou com um testa-de-ferro para a próxima eleição. O professor-servidor, o estudante ou o servidor-funcionário, devem estar atentos para a armadilha dos argumentos rasos que tentam desqualificar aqueles que querem a demoracia plena na UnB.


NÓS NÃO QUEREMOS E NÃO VAMOS ADMITIR UM ADMINISTRADOR QUE TENHA QUALQUER VÍNCULO COM A GESTÃO ANTERIOR.


Alguns professores ligados visceralmente à gestão timothy, tentam desesperamente passar a imagem de desvinvulação com a gestão anterior da reitoria. Argumentos do tipo: "não se pode generalizar", "não se pode atacar sem antes julgar", são argumentos que negam a realidade histórica. Na história, a voz do senso comum e as normas de conduta não-escritas são tão fortes quanto a justiça formal. Ou melhor, são estas vozes e as regras não-escritas que determinaram as normas da justiça formal.

Veja o que saiu no Correio Braziliense hoje:
O ex-reitor Timothy Mulholland descumpriu normas da UnB quando decidiu ocupar e mobiliar a cobertura da 310 Norte
.
por João Campos - Da equipe do Correio
.
O ex-reitor da UnB Timothy Mulholland foi o único administrador na história da universidade que usou o Conselho Diretor da Fundação Universidade de Brasília (FUB), órgão responsável pela gestão do patrimônio da instituição, em proveito próprio. Pelo Regulamento de Moradia da universidade, 25 dos 2.175 imóveis de propriedade da UnB constituem uma reserva técnica administrada pelo reitor e destinada a professores visitantes e colaboradores da Administração Superior. Timothy decidiu ocupar e mobiliar um desses imóveis — a cobertura do Bloco J da 310 Norte — com dinheiro que deveria ser destinado às pesquisas. O ex-reitor, que já responde a uma ação judicial por improbidade administrativa, movida pelo Ministério Público do Distrito Federal (MPDF), agora pode ser alvo de uma sindicância interna. Isso porque, mesmo respaldado pelo Conselho Diretor, ele não poderia ter tomado a decisão sem consultar outras instâncias administrativas.
.
O comportamento do ex-reitor foi classificado de “gestão temerária” pela atual administração da universidade. O secretário de Comunicação Social da UnB, professor Luiz Gonzaga Mota, explica como funcionam os conselhos dentro da instituição. O Conselho Diretor — formado por professores e empresários — é a instância máxima da FUB, fundação responsável pela gestão financeira e patrimonial da UnB. O Conselho Universitário (Consuni) — composto por alunos, servidores e professores —tem a última palavra nas questões acadêmicas. “Apesar de atuarem em áreas distintas, o estatuto prevê a interação entre as partes. Antes de a decisão de um ser colocada em prática, é preciso consultar e debater o tema. Principalmente nas questões de destinação da verba pública”, ressaltou Mota.
.
A decisão dos membros do Conselho Diretor de destinar a cobertura 604 da 310 Norte e mobiliá-la com artigos de luxo para o ex-reitor não chegou ao Consuni ou a qualquer outra entidade representativa da universidade. O decano de administração e finanças, João Carlos Teatini, membro do Consuni, conta que a atitude de Timothy, apesar de respaldada pela legalidade e autonomia do Conselho Diretor, feriu o interesse público e o caráter democrático da instituição. “Foi uma decisão tomada às escuras e por isso questionável”, disse. Segundo ele, o desvio de Timothy pode render a abertura de uma sindicância, a pedido de qualquer integrante dos conselhos superiores. “Mas preferimos deixar nas mãos da Justiça”, complementou o decano.
.
Para visitantes
O capítulo IX do Regulamento de Ocupação e Manutenção dos Imóveis Residenciais da FUB determina que os imóveis da reserva técnica “são destinados à atração de pessoal de alto nível de qualificação, podendo contemplar o Professor Visitante e colaboradores diretos da Administração Superior, selecionados pela UnB para fortalecer e manter o seu quadro docente funcional”. A regra foi quebrada por Timothy. “Os reitores deveriam morar em apartamentos funcionais, na Colina, 205 ou 206 Norte”, lembrou Teatini.
.
Além disso, o ex-reitor, em outra decisão inédita no Conselho, optou por decorar com recursos públicos a luxuosa cobertura de 400 metros quadrados. O decano de finanças explica que a prática fere os princípios institucionais de moradia. “A UnB não pode mobiliar os apartamentos. Entregamos em condições básicas de moradia: pintura, fiação elétrica e rede de água. A mobília é por conta do inquilino”, detalhou. Timothy usou indevidamente a verba destinada a pesquisas na universidade, captadas pela Fundação de Empreendimentos Tecnológicos (Finatec). Só na mobília e utensílios domésticos foram gastos R$ 470 mil e mais R$ 72 mil em um carro de luxo. O desvio de verba dentro da UnB é alvo de sindicâncias do MPDF e da Controladoria-Geral da União (CGU) desde o fim de abril.
.
A decisão de vender os artigos e imóveis de luxo comprados pela administração da universidade, anunciada em reunião na última quinta-feira, foi comemorada pela comunidade acadêmica. A vice-presidente da Associação dos Docentes da UnB (AdunB) e professora do Departamento de Engenharia, Graciela Nora Doz, criticou a ação do Conselho Diretor. “Sempre ressaltamos a ilegalidade e a elitização nas decisões do Conselho. A venda desses imóveis é uma tentativa de trazer a universidade de volta à normalidade”, declarou.
.
O estudante de matemática, Elinaldo Moraes, 23 anos, ressalta a necessidade de rever a estrutura dos conselhos. Para ele, o debate sobre a paridade entre os segmentos nas decisões políticas é fundamental para a UnB sair da crise administrativa. “O Conselho Diretor, por exemplo, é formado só por professores. É preciso dar mais voz aos estudantes e servidores para fazer da UnB um ambiente mais democrático e evitar novos escândalos como os da última gestão”, afirmou. Hoje, os professores tem 70% de peso nas votações. Estudantes e servidores, 15% cada. Representantes do MPDF preferiram não comentar a decisão, por se tratar de um assunto administrativo interno."
.
Veja mais clicando aqui.
.