terça-feira, 17 de junho de 2008

Para a idade (poesia)


O estudante Rafael Ayan, representante discente no CONSUNI, se manifestou com uma poesia, defendendo a paridade e conclamando a todos por uma nova UnB, na última reunião do CONSUNI da UnB, sexta-feira, 13/07/2008. Vejam abaixo a jóia:

Para a idade
Rafael Ayan

Boa tarde conselheiros
Muita calma nessa hora
Nós queremos paridade
Não depois e sim agora

Estudante, funcionário

E também o professor
Pois ficaram muito brabos
Com a lixeira do reitor

E quem foi que escolheu

A mobília do ap

Se não foi você nem eu
Ou a família UnB
Pois não foi um tal grupinho

Muito mal acostumado?

Será esse o caminho

Dos impostos que eu pago?

Ora, veja professor,

Quantas vozes, adesivos,

Não é pra ter temor

De um movimento unido

Veja a cara dessa gente

Que aqui os avalia

Trabalhadores, competentes

Lutando por democracia
Eleger nosso reitor

Com igualdade de condições

É o mínimo, por favor,

Nós não somos fanfarrões

Se ocupamos a Reitoria
Ficando sem luz e água
Não queremos só comida

Mas o voto nessa parada

Renovar para fortalecer

Relembremos 2005
O que queremos fazer

Repetir o Timothysmo?

Ocupemos a Reitoria

Que há dentro de nós

Transformemos a minoria

Numa verdadeira voz

Vamos logo, professor,

Não dá mais pra esperar

Olhem pra nosso fervor

Nossa sede de mudar

FINATEC está tinindo
T
eme não acabar em pizza

Os seus queridos domingos
Eram encontros de pesquisa

O Timóteo enganou

Todos que estão aqui

O REUNI aprovou

Em setembro, sem discutir

Não esqueça esse rebento
Que é da nossa UnB

Democracia fora e dentro

Com um voto pra valer

Não queremos brincadeira

O assunto aqui é sério

Ou levantam essa bandeira

Ou não tem outro remédio

As páginas policiais

Não são pra universidade

Que não se repita jamais
Tanto desvio e atrocidade

á certo que a paridade

Não é o modelo ideal

Mas um dia, quem sabe,

Teremos o voto universal

Nós não abriremos
Mão de querer sempre mais

Ainda somos os mesmos e vivemos

Como os nossos pais

-- Rafael Ayan Pedagogia - UnB ayan@... (61) 9333-6810 / 8523-2320 MSN: chakrinhaunb@... ExNEPe www.exnepe.org ExDEPe www.exdepe.blogspot.com DCE - UnB: gestão Nada será como antes Coordenador de Educação Básica www.dce.unb.br Movimento Instinto Coletivo: em rede com os movimentos sociais www.instintocoletivounb.blogspot.com

50 mil vagas para o MEC?


No UOL foi noticiada a criação de mais de 50 mil vagas para o MEC em Comissão do Senado. Veja aqui.


Na USP os estudantes e os funcionários técnico-administrativos se mobilizam juntos em torno de suas pautas


A USP está dividida. Os funcionários querem 200 reias de aumento e os estudantes reivindicam um novo estatuto na Istituição, além de eleições diretas. A reitoria se mostra insensível a qualquer negociação. Hoje ocorreram piquetes e parte da atividades foram paralisadas. A Reitoria acionou a Justiça que mandou desmontarem os piquetes, com riscos de multas pesadas. Uma greve geral está sendo preparada para o segundo semestre letivo . Veja o que saiu no UOL aqui.

Quando o direito vira ABUSO contra a Liberdade de Expressão

Leiam o artigo - assinado por André Toso - publicado no Jornal Última Hora, do Mato Grosso do Sul, clicando aqui. Ele fala da "indústria dos processos", em especial contra jornalistas.

As fundações e as afundações do dinheiro público: mais um caso


A Fundação de Apoio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e o Banrisul (Banco do Estado do Rio Grande do Sul) são suspeitos do desaparecimento de 18 milhões de reais, segundo investigação do Tribunal de Contas do Estado.
Saiu na Folha On Line - veja clicando aqui.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

O mapa da paridade ou não-paridade na UnB

Mapa da Paridade ou não-Paridade
Voto das 23 unidades da UnB (professores)
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Contra a paridade (com dois votos)
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IF - Física
FAV - Veterinária a Agronomia
FAC - Comunicação
FS - Saúde
FT - Engenharia
IB - Biologia
ICS - Ciências Sociais
IE - Exatas
IQ - Química
IG - Geologia
IPOL - Ciência Política
* FUP - Planaltina (apenas voto do Diretor)
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Pela Paridade (com dois votos)
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FD - Direto
FE - Educação
FM - Medicina
FAU - Arquitetura
* FEF - Educ. Física (apenas voto do Diretor)
* FACE - Economia e Adm (apenas voto do Rep.)
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Divididos
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IdA - Artes
.............Diretor: Paridade
.............Suplente: Contra
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IP - Psiciologia
.............Diretor: Paridade
.............Representante: Contra
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IREL - Rel. Internacionais
.............Diretor: Contra a paridade
.............Representante: Paridade
..
Abstenção - com dois votos
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IH - Humanas
IL - Letras

domingo, 15 de junho de 2008

Instituto Gastronômico de Brasília: excelência em gastança e inoperância

............. (clique nas imagens para ampliar)

Um curso que foi prometido para Brasília como um dos melhores da América Latina, em parceira com o Cordón Bleu, simplesmente não existe. O material encontra-se abandonado. Qual foi o investimento? Quem ganhou e quem perdeu?
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Conheçam mais uma presepada da gestão timotista.
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Clique aqui para ver a matéria completa que saiu no Correio Braziliense.

sábado, 14 de junho de 2008

Aprovação da paridade na UnB é assunto do DF-TV

DFTV - Sábado, 14/06/2008

Clique aqui para assistir ao vídeo.

Em votação, o Conselho Universitário da UnB decidiu que os votos de alunos, professores e servidores terão o mesmo peso na eleição para escolha do reitor.

Paridade nas eleições para reitor - visão do Jornal de Brasília

Prezado(a) leitor(a), clique na imagem para ampliar.
O texto cita nossa amiga, Rita L. Segato, Prof da UnB e membra do coletivo UnB Livre.

VITÓRIA DA DEMOCRACIA: REITOR SERÁ ESCOLHIDO POR VOTO PARITÁRIO!


PARIDADE VENCEU!

Com 35 votos a favor e 27 contra, o CONSUNI escolheu a paridade como a forma de escolha do reitor da UnB, nesta sexta-feira, dia 13 de junho.

"Pai, eu jamais vou esquecer desta data, deste momento". "Nem eu filho". Diálogo entre um professor ,membro do UnB Livre, e seu filho de 12 anos. Não há melhor síntese. Um legado para as gerações futuras. A votação foi um congraçamento entre os estudantes, funcionários e professores, na proposta de democratização na UnB. Os estudantes e os funcionários foram brilhantes na defesa da proposta da paridade.
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Alguns professores ainda tentaram corajosamente defender a não-paridade como decisão convicta de que eram por si mesmos contra; outros COVARDEMENTE escondidos atrás da decisão colegiada (por exemplo, Prof. GUSTAVO LINS RIBEIRO - da Antropologia) defenderam a não-paridade. Outro traiu a decisão colegiada em favor do voto não-paritário.Voltaremos a escrever sobre os votos no CONSUNI nas próximas horas.

O COLETIVO UNB LIVRE PARABENIZA A COMUNIDADE DA UNB POR ESTA CONQUISTA !

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Estudantes fazem vigília noturna na Reitoria pela paridade


Algumas dezenas de estudantes encontram-se acampados na Reitoria da UnB, onde passarão a noite em vigília pela paridade. Professores do Coletivo UnB Livre foram levar apoio solidário aos estudantes, oferecendo uma palavra amiga e de gratidão pelo papel histórico no resgate e quiçá avanço da democracia na UnB.
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Estaremos por muitas gerações em débito com estes jovens determinados e que estão mudando os rumos da história por uma educação de qualidade. A paridade, tal como definida em essência (peso de 1/3 para cada segmento), está ameaçada.
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Há um grande movimento retrógrado, conservador e elitista adrede entre docentes da UnB, para não deixar passar a paridade no CONSUNI. Dizem até, que se passada a paridade, irão tentar granhar no tapetão (impetrando mandado de segurança judicial).

O QUE TEMEM ESTES PROFESSORES? O QUE PERDEM ESTES PROFESSORES COM A PARIDADE?

REUNI lusitano ou nós, amanhã (depoimento de um renomado cientista da UnB)


Efeito Orloff? Lembra-se daquela propaganda da vodca Orloff, que exibia os terríveis efeitos (ressaca) depois de alguém beber uma vodca supostamente de menor qualidade? Pois é, o colega Cesar Koppe Grisólia, eminente cientista do IB, está em Pós-Doc em Portugal, onde já implantaram o "Reuni". Vejam o conteúdo da mensagem:

" Prezados colegas do IB,

(subisidios para a discussão sobre o REUNI)


Não sei a quantas andam essas dicussões no IB; entretanto,

venho por meio desse e-mail colocar uma experiencia que

estou vivendo na Universidade de Aveiro, Portugal, que

implantou o Ensino de Bologna a tres anos.

1. Não houve qualquer discussão entre os docentes. Foi

implantado de cima para baixo, uma vez que é norma da

Comunidade Europeia, e a Universidade recebeu verbas (e muita).

2. Houve massificação do processo de ensino, comprometendo a

qualidade, principalmente na aulas práticas. As turmas que

eram de trinta alunos passaram para 120. Não houve concurso

para a contratação de docentes, somente contratos temporários.

3. Há muitos estudantes brasileiros aqui na U.A. Eu almoço

no RU com eles e qdo conversamos as queixas são as

seguintes: "ainda bem que não implantaram esse sistema na

minha universidade (no Brasil) ainda", ou "qdo implantarem

isso no Brasil eu já estou fora da Universidade". "Aqui na

U.A. as aulas são muito fracas, o que vale mesmo são os

laboratórios de pesquisa e eu posso tocar bem o meu

projeto". "Mesmo assim vejo algum sentido, mas para a

Europa, não para o Brasil".

4. Toda familia, onde os pais, às duras penas sustentam um

filho na Universidade, têm a espectativa que seu filho ao

final saia com uma profissão, ou um oficio. Um aluno formado

nesse sistema, qual seria a sua profissão?

5. A criação de uma Escola Técnica Federal de nível superior

no campus da UnB, não atenderia melhor as necessidade da

nossa sociedade?

6.Até qdo nós vamos ficar copiando modelos trazidos do

exterior? Até qdo nos vamos ficar subjulgando a nossa

capacidade de criar modelos alternativos para o ensino

Universitário mais condizentes com a nossa realidade.

Cesar Koppe Grisolia

GEM/IB, UnB

Atualmente

Laboratorio de Ecotoxicologia

Departamento de Biologia

Universidade de Aveiro

Portugal.



Comentário de um membro do Coletivo UnB Livre:

Interessante a mensagem do Prof. Cesar Koppe Grisolia, com subsídios para a discussão sobre o REUNI. O Processo de Bolonha representa a implementação vertical de um projeto de intensa massificação e precarização do ensino superior. Como o REUNI, ele se dá pela via da assinatura de contratos de gestão do Estado com as universidades, com o repasse de verbas condicionado a metas globais que envolvem aumento de vagas estudantis, precarização do trabalho docente (trabalho temporário, retirada de direitos, aumento da jornada de trabalho, salas de aula cada vez mais cheias, aligeiramento do ensino, sobrecarga intensa de orientações, dissociação entre ensino, pesquisa e extensão, estratificação hierárquica cada vez maior entre os docentes, etc.), introdução de bacharelados gerais de massa que não formam para nenhuma profissão determinada e a separação cada vez maior entre os "centros de excelência" (diretamente conectados às demandas das grandes empresas nacionais/transnacionais e dos Estados nacionais) e "unidades de ensino de massa". Na prática, trata-se de aumentar o número de vagas no ensino superior (pelo aumento direto das vagas, das salas e do número de estudantes em sala, pela aprovação automática e pela diminuição da evasão, pela criação de novos cursos e pela introdução dos bachaelados gerais) sem que aumentem, na mesma escala, os recursos, a infra-estrutrua material e os docentes e servidores.

Malgrado os últimos esforços da reitoria pro tempore, a verdade, infelizmente, é que não houve tempo, nem interesse, nem espaço adequados para se discutir o REUNI na UnB e no Brasil. Sua implementação se deu a toque de caixa em todo o país, muitas vezes em meio a operações policiais. O interesse das administrações superiores em ter acesso aos recursos disponibilizados, a facilidade em se manipular os termos de um projeto de expansão diante da "opinião pública" e a propaganda de que o REUNI seria uma janela de oportunidades (acompanhada do pressuposto subliminar de que quem ficasse de fora seria definitivamente marginalizado do acesso às verbas, etc.), somada a doses de intervenção repressiva aplicadas aqui e ali quando necessário, assegurou que o REUNI fosse aprovado na maioria das IFES.
Só não podemos esquecer que entre sua aprovação e sua implementação, a última palavra ainda não foi dada.

Rodrigo Dantas. Prof. do Departamento de Filosofia da UnB




EM DEFESA DA PARIDADE



10/ 06/ 2008 - EM DEFESA DA PARIDADE

Por justa, propícia e conveniente

Rita Laura Segato

Na quarta-feira 16 de abril de 2008, em reunião histórica com o professor Roberto Aguiar, reitor pro tempore da UnB, os estudantes garantiram, após desocupar o prédio da Reitoria, a assinatura de termo de compromisso de 28 pontos. Nos pontos 10, 11 e 12 o reitor interino garantiu a convocação de eleições diretas e paritárias; a defesa da paridade, ressaltando que a deliberação final cabe ao Consuni; e a defesa do Congresso Estatuinte Paritário. Esses foram os compromissos que permitiram a resolução de um conflito que virou uma página da UnB.

Somente mais tarde, ao ir se abrindo a caixa preta de uma gestão marcada pelo arbítrio, gastança e cooptação clientelista, teríamos condições de avaliar a dívida contraída com os estudantes que resgataram nossa instituição de uma administração que a conduzia à falência. Isso faz com que seja preciso avaliar a opção pela paridade na conjuntura particular que resulta da palavra do reitor. Exponho as razões para defender a paridade: 1. Contraímos uma dívida com os estudantes por seu gesto heróico e as qualidades que demonstraram durante um protesto que se pautou no princípio da desobediência civil, legítimo naqueles casos em que os procedimentos normativos se tornam ineficientes.

2. Constatamos que os docentes não tiveram a disposição ou lucidez de perceber a gravidade dos erros cometidos pela administração deposta, nem a capacidade de ação para impugná-la. Isso nos obriga a considerar a capacidade dos estudantes e enxergá-los como força cívica relevante e apta a participar da reconstrução da universidade.

Argumentos que contestam as razões habituais contra a paridade: 3. O argumento da permanência invoca a diferença do tempo que ficam na instituição docentes e estudantes. Ele se anula quando consideramos que: 3.1 Esse argumento não tem validade para os três segmentos, já que os funcionários têm a mesma permanência dos docentes. Ter-se-ia, então, que contemplar o voto paritário entre docentes e funcionários, deixando de fora os estudantes? Um princípio deve ter validade geral dentro do universo para o qual é invocado, caso contrário pode-se pensar que ele é um argumento que responde a interesse particular. Se o argumento da permanência é validado, professores e servidores deverão votar com o mesmo peso.

3.2 O voto paritário não é de indivíduos, como o universal, mas um voto por categorias. Quando se vota por categorias, o que deve ser considerado é a permanência da categoria e de seus interesses. Os membros individuais dos estudantes se renovam, mas a posição do corpo discente permanece. É ela, no seu conjunto, que escolhe o reitor, e isso confere ao voto paritário capacidade de gerar consciência dos interesses de cada categoria. Só os membros de cada segmento podem apontar deficiências que lhes dizem respeito. 3.3 O voto do segmento discente como grupo corporativo é interessante, pois se trata de etapa fundamental na formação da consciência cidadã. A capacidade eletiva consolida o espírito de solidariedade e aguça a percepção dos interesses compartilhados, assim como a responsabilidade nas escolhas. 3.4 O princípio de permanência também faz “águas”, porque não são poucos os estudantes que ficam na universidade por mais de um mandato de reitor. 3.5 Assim, professores e funcionários próximos a aposentar-se teriam diminuída a validade do seu voto.

4. O argumento da capacidade diferenciada: 4.1 Esse princípio se satisfaz com o fato da diferença entre os elegíveis e os eleitores. Basta dizer que são elegíveis os que cumprem com determinados requisitos e são eleitores os que cumprem com outro conjunto e requisitos. 4.2 A razão principal contra esse argumento é o fato da incontestável legitimidade dos interesses corporativos de cada segmento, e da necessidade de respeitar seu direito à escolha do dirigente que vai responder pela satisfação desses interesses.

A escolha de um reitor não se pauta pela hierarquia da autoridade acadêmica de eleitos e eleitores, mas pela avaliação que esses fazem da capacidade de entender e cuidar de seus interesses por parte do membro que exercerá o cargo. A administração acadêmica afeta a vida de todos os que formam a comunidade universitária, portanto todas as categorias devem ter o mesmo direito a pronunciar-se, com peso idêntico. A autoridade do saber responde a princípios hierárquicos, mas a atenção aos interesses da comunidade, formada pela soma de seus segmentos, responde ao princípio democrático. Compete ao reitor responder pelos interesses DE TODOS.

Onde está Lécia Mulholland, a esposa do ex-reitor?

O jornalista Cláudio Humberto escreveu na sua coluna:

"A Pupila do Sr. Reitor:

Mulher do ex-reitor da Universidade de Brasília Timothy Mulholland – o das lixeiras de R$ 1 mil – Lexia trabalha oficialmente no gabinete do deputado José Paulo Tóffano (PV-SP). Mas está difícil encontrá-la."

Quem é o Deputado José Paulo Tóffano ? (foto abaixo)

Ele é deputado federal pelo Partido Verde, com base eleitoral em Jaú. Tem vários cursos superiores - incompletos (veja a biografia aqui). Empresário educacional, defende os interesses calçadistas da região de Jaú. É irmão da Profa. Jaci Tóffano.

Quem é a Profa. Jaci Tóffano ? (foto ao lado)

Ex-Chefe de Gabinete do ex-reitor Timothy. Em março, a elegante Profa. Jaci esteve se apresentando em Jaú em comemoração ao Dia Internacional da Mulher (veja aqui no portal da Prefeitura de Jaú).

Uma virtuose ao piano, a Profa. Jaci, o ex-reitor Timothy e a Sra. Lecia são virtuoses das relações sociais.

Musiquinha do REUNI (para ler ao som de SEMENTE, de Armandinho)


Reuni, reuni, reuni
Reuni, Reuni
Se não mente fale a verdade
De que árvore você nasceu?

De onde veio
De onde apareceu
Porque que o meu destino
Tem que cruzar com o seu?

Reuni eu sei
Tem gente que ainda acredita
E aposta na força do MEC
E busca um novo amanhecer
Lá vem a verdade
Agora diga que sim
Reuni eu sou sua cobaia
Reuni não me minta assim...

Reuni, reuni, reuni
Reuni, reuni
Se não mente fale a verdade
De que árvore você nasceu?

Se conseguir
Aquilo que você quer
Não vai manter
A UnB que poderia ser
Tenha certeza
Que vai nascer uma planta
Uma urtiga da vã esperança
De um ensino de qualidade
Uma faculdade qualquer!

Reuni, reuni, reuni
Reuni, Reuni
Se não mente fale a verdade
De que árvore você nasceu?

FUBRA está "de boa" com o reitoria pro-tempore


FUBRA, fundação de apoio ao ensino e à pesquisa da UnB, presidida pelo Sr Aiporê Rodrigues, fez um acordo com o DAF-UnB para permanecer vinculade à UnB. Veja aqui a reportagem da SECOM e do Correio Braziliense.
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Por que esta mudança tão repentina, para uma fundação que está sob investigação do MPDF e que contestava a portaria ministerial até antes de ontem (literalmente)? Por que certas fundações continuam vinculadas a UnB sem que tenha havido modificações no compromisso explícito com as atividades fim da nossa universidade ?

Que acordos são esses?
E o compromisso do Reitor Aguiar na moralização das fundações?
O que mudou na FUBRA, Prof Aguiar ?
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E as Comissões de Inquérito internas, já foram instauradas?

Estamos de olhos bem abertos...

Hoje é Dia dos Namorados - Não esqueça seu cartão corporativo

Amiga leitora,
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Para você, que é usuária de cartão coorporativo e não resiste a uma comprinha básica de lingerie, aqui vai uma ótima dica para o Dia dos Namorados. E melhor ainda! Em uma excelente loja do Brasilia shopping!
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Não perca essa oportunidade de conferir as "novidades" da loja e, claro, não esqueça de levar o seu cartão coorporativo!
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Boas compras!
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Mais:
A UnB continua liderando no uso do cartão de crédito corportativo (CCC) entre as instituições ligadas ao MEC. Para conhecer - em números - a privilegiada posição da UnB em relação as outras universidades, clique aqui.

Vejamos os gastos por cada unidade da UnB (em 2008), ordenados por gasto.
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FUB - R$ 207,1 mil - clique aqui para mais detalhes.
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HUB - R$ 37,7 mil - clique aqui.
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CESPE - R$ 21,1 mil - clique aqui.
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FEF - R$ 19,7 mil - clique aqui.
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Editora - R$ 3,9 mil - clique aqui.
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Prefeitura - R$ 3 mil - clique aqui.
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CDT - R$ 1,7 mil - clique aqui.
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Total UnB - R$ 294 mil - clique aqui.

Estão lembrados do escandalo dos gastos com CCC em 2007 pela UnB ? clique no link abaixo para relembrar (do blog Ciência Brasil)
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UnB: Medalha de Ouro em uso de cartão corporativo
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Vejam aqui os números do Portal da Transparência para 2007 (UnB gastou R$ 1,2 milhões, de um total de R$ 5,3 milhões para todos os gastos de instituições ligadas ao MEC).

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Reitoria pro-tempore afrouxa as relações com as Fundações


Fundação de apoio extinta em maio será recriada
"A Fundação de Estudos e Pesquisas em Administração e Desenvolvimento (Fepad), instituição de apoio à Universidade de Brasília (UnB) extinta em maio por desvio de conduta, voltará a atuar na promoção de pesquisas. A decisão da reitoria atende pedido de pesquisadores, que aceitaram se adequar às novas regras da portaria interministerial 465/08 — dos ministérios da Educação (MEC) e da Ciência e Tecnologia — que reestrutura as relações entre as fundações e as universidades. Já a Fundação Universitária de Brasília (Fubra), que questiona a legalidade da norma, corre o risco de ser desvinculada em 2009. As outras quatro fundações devem continuar com os convênios. "
Matéria completa publicada peo Correio Brasiliense pode ser lida clicando aqui.

Procurando a rádio escuta: continua a procura por um aparato de escutas de conversas na reitoria. Veja aqui.

terça-feira, 10 de junho de 2008

O Eixo








O blog Ciência Brasil divulgou hoje que fontes dão como certa a aliança do Prof. Volnei Garrafa com setores do PTismo e com o timotismo. Por trás da negociação estaria ainda a Profa. Dóris Santos Farias, fiel escudeira do timotismo que articulou a desastrada defesa do ex-reitor semanas antes da defenestração. A cabeça-de-chapa seria a Profa. Lourdes Bandeira, secundada por Volnei (ou vice-versa). Do Arqueo-PTismo sairiam nomes tais como Nepomuceno, Paulo Cesar Marques e...
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Quem conhece Volnei Garrafa e Dóris Santos Farias, sabe a fome de poder que ambos possuem. Volnei foi várias vezes candidato a reitor e Dóris sempre esteve nas fímbrias do poder. Nos escândalos da tenebrosa gestão Timothy, Dóris defendeu veementemente o seu patrão. Volnei manteve-se no mais absoluto silêncio.

O que os une?
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O Conselho do Instituto de Biologia da UnB nega a paridade



O Conselho do Instituto de Biologia da UnB, sob a coordenação da Profa. Sônia Báo e do prof. Jader Marinho (fotos), grandes simpatizantes do ex-reitor Timothy, reunido na última sexta-feira, rejeitou a eleição paritária decidida pelo CONSUNI.
Alguns departamentos que eram favoráveis à paridade, foram voto vencido.
O grupo timotista e seus simpatizantes apostam no confronto direto simples, como forma de inviabilizar a democracia na UnB.
Estamos marchando para o aprofundamento de uma crise sem precedentes. O conservadorismo e a negação da força dos estudantes como segmento representativo da comunidade universitária e da sociedade na UnB, está aprofundando um valo para enterrrar a UnB. Estes são os "amigos da UnB". O timotismo e seus simpatizantes acham que a UnB é de sua propriedade e não querem perder os polpudos privilégios.

FUBRA será descredenciada pela UnB (será mesmo ?)


Segundo o Jornal Correio Braziliense, a FUBRA, entidade com desvios de função e sob a mira do MPDFT deverá ser descredenciada pela UnB. Veja a matéria com críticas no blog Ciência Brasil (Prof. Marcelo Hermes-Lima), clicando aqui. O Prof. Marcelo, como membro e colaborador, expressa com precisão o pensamento do Coletivo UnB Livre quanto à FUBRA.

A decisão da FUBRA em não acatar as decisões da UnB, levando a decisão fatalmente para a justiça, cria um gravíssimo precedente. As conseqüências para a Instituição poderão ser as piores possíveis. O impasse pode simplesmente levar ao aumento da intervenção pelo judiciário e pelo MEC. A decisão capitaneada pelo Prof. Aiporê Rodrigues (foto acima), Presidente de FUBRA, pode causar definitivamente uma grande cisão e fragmentação da UnB como Instituição Federal de Ensino.

O grupo timotista e seus simpatizantes apostam no confronto direto simples, como forma de inviabilizar a democracia na UnB. Estamos marchando para as piores das crises. O timotismo e seus simpatizantes acham que a UnB é de sua propriedade e não querem perder os polpudos privilégios.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Administração atual tenta resgatar as decisões colegiadas na UnB


Veja o que a SECOM/UnB divulgou aqui.

Será que todos os colegiados e conselhos foram consultados e se manifestaram livremente?

domingo, 8 de junho de 2008

Rindo de nós mesmos

A domesticação do cão já estava consolidada há 15 mil anos, no período natufiano, embora pesquisas de dna mitocondrial de várias raças sugiram um surgimento há pelo menos 150 mil anos....... Ou o pragmatismo acima foi mais forte?

sábado, 7 de junho de 2008

Nova etiqueta à mesa


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A jornalista Samantha Sallum, do Correio Braziliense, traz a informação de que o reitor temporário, Prof. Aguiar, almoçou na Finatec com os representantes da FINEP.
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Veja o comentário:
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"DE JANTARES NABABESCOS A ALMOÇO DE CANTINA O reitor da Unb, Roberto Aguiar, assinou a conta: R$ 412,00 num almoço servido para 12 pessoas ... O almoço ocorreu ...entre representantes da Unb e da Finep ... Comparada às contas dos requintados jantares patrocinados pela gestão passada, o almoço saiu por trocados. ... "era de Nababo" na UnB acabou."

Campeões de recebimentos da UnB





Curioso: professores ganharam pela rubrica de Pessoa Física mais de 100 mil reais em 2005.

Veja aqui clicando aqui. (dados de domínio público).
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Conheça alguns professores (clique nos nomes):

Um casal (fotos acima): Lia Zanotta Machado (R$ 53.1 mil) + Benício Viero Schmidt (R$ 101,1 mil) = R$ 154,2 mil

Outro casal: Henrique Castro (foto acima) (R$ 115,8 mil)+ Sônia Ranincheski (R$ 47,8 mil) = R$163,6 mil

Estes valores são superiores ao salário regular de um professor universitário. Quem os pagou foi a Secretaria de Empreendimentos da UnB (EMP-UnB), extinta no ínicio de 2006.
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Gostariamos de explicações. É nosso direito pedir que a reitoria da UnB se pronuncie a este respeito. Não desconfiamos de nada. Mas queremos saber a natureza dos serviços prestados para a extinta EMP-UnB.
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É um convite para a transparência na universidade.
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Henrique Castro foi um ativo apoiador da Chapa 1 ("Adunb para os Professores ") que ganhou as últimas eleições para a Adunb. Agora, se articulam para retornar à reitoria nas próximas eleições para reitor. Imaginamos porque.

Gasto na UnB em pagamento a pessoas físicas favoreceu muitos aliados do timotismo


O blog Ciência Brasil, gerenciado pelo Prof. Marcelo Hermes-Lima, da UnB, está fazendo uma detalhada divulgação sobre os gastos de pessoas físicas na UnB nos últimos anos. A grande maioria destes está comprometida (coincidentemente ou não?) com a defesa incondicional do timotismo. Esta rubrica de despesa se tornou praticamente um "segundo salário" para muitos professores e alguns funcionários técnico-administrativos. Suspeita-se que este conjunto de vassalos é o sustentáculo de defesa e manutenção do timotismo e sua rede de clientelismo, imoralidade e ilícitos.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

O Mal que uma Má gestão fez à UnB


As verbas da FINEP estão suspensas por conta dos ílicitos praticados pela FINATEC e gestão Timothy-Mamiya. 26 projetos estão esperando a complementação de verbas (5,6 milhões de reais). Reitor pro-tempore tenta retomar o financiamento. Veja o que foi publicado no Correio Braziliense hoje, aqui.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Coletivo UnB Livre sugere importantes complementos ao Regimento Eleitoral


Prezados docentes, estudantes e servidores da Universidade de Brasília

A luta contra a corrupção e o clientelismo e em defesa da autonomia, da democracia, da ética e da transparência na gestão pública da UnB chega a um novo patamar com a discussão das regras que devem presidir o processo eleitoral. Desde o início desta luta, o Coletivo UnB Livre sempre defendeu as eleições paritárias e a convocação do Congresso Estatuinte Paritário como passos decisivos para que a democracia, a autonomia e a ética possam voltar a prevalecer na gestão coletiva de nossa universidade pública. Estas importantes reivindicações, levantadas pelo movimento estudantil, já foram aprovadas nas assembléias dos estudantes, dos servidores e dos docentes e em muitos colegiados e conselhos das mais diversas unidades acadêmicas da UnB.

Concordamos com as linhas gerais do projeto de regimento que foi apresentado na última reunião do CONSUNI e posteriormente encaminhado às unidades acadêmicas para discussão e deliberação, que deverá culminar, no próximo dia 13 de junho, com a aprovação do regimento eleitoral na próxima reunião do CONSUNI. Todavia, diante da natureza e da magnitude da crise que se instalou na UnB, pensamos que o regimento eleitoral deve ser explícito em seu repúdio ao abuso do poder econômico e conter previsões precisas para que este não seja praticado nas eleições para a reitoria.

Na medida em que as investigações em curso apontam cada dia mais claramente para métodos de gestão improbos, envolvendo grandes quantias de dinheiro público, impedir o abuso do poder econômico no processo eleitoral é uma condição imprescindível para a lisura das eleições que vão escolher a próxima reitoria de nossa Universidade. Para que tenhamos eleições pautadas pela ética e pela moralidade, a comunidade acadêmica não pode permitir que indivíduos que estão sendo indiciados criminalmente e levados a processo possam ser considerados aptos a dirigir nossa instituição. Por isso, sugerimos à comunidade acadêmica que não possam colocar seus nomes para a apreciação da comunidade universitária no pleito eleitoral aqueles cidadãos que estão sendo indiciados e aguardam processo ou se encontram já sendo processados judicialmente por delitos na gestão da coisa pública.

Propomos à comunidade acadêmica o acréscimo de três novos artigos ao regimento eleitoral em discussão:

a) o financiamento das eleições para a reitoria da UnB será exclusivamente público. O teto para os gastos de campanha será oportunamente definido pela Comissão Eleitoral, que deverá fiscalizar todo o processo eleitoral a fim de assegurar que os recursos utilizados nas eleições tenham origem exclusiva no financiamento público. Quem utilizar recursos adicionais na campanha deverá ter sua candidatura imediatamente impugnada pela Comissão Eleitoral. A Comissão Eleitoral julgará todos os casos e recursos apresentados quanto a esta questão;

b) não poderão participar das eleições para a reitoria da UnB docentes que tenham sido indiciados e se encontrem aguardando processo ou sendo processados por malversação de recursos públicos e outros delitos congêneres.

Também, para garantir a ampla participação dos três segmentos, propomos a inclusão de uma terceira emenda ao regimento eleitoral, relativa, neste caso, aos dias em que se realizarão as eleições:

c) Os dias de votação em primeiro e segundo turno deverão ser dias letivos de comparecimento normal às aulas.

Terminamos conclamando todos os segmentos da comunidade universitária a discutirem e aprovarem nos colegiados e conselhos das unidades acadêmicas e no CONSUNI estas importantes emendas ao regimento eleitoral como condição indispensável para assegurar a lisura das eleições que escolherão a próxima administração superior de nossa UnB.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

FUBRA - recebimento de verbas públicas (de acordo com o Portal da Transparência)

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Pagamentos para FUBRA - Fundação Universitária de Brasília
CNPJ = 03.151.583/0001-40
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em 2008 - clique aqui - R$ 5,5 milhões (de janeiro a abril)
(sendo 412 mil para Obras - via FUB)
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em 2007 - clique aqui - R$ 17,7 milhões
(sendo 1,2 milhões para Obras - via FUB)
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em 2006 - clique aqui - R$ 41,2 milhões
(sendo 504 mil para Obras - via FUB)
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em 2005 - clique aqui - R$ 23,9 milhões
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em 2004 - clique aqui - R$ 26,6 milhões

Indiozinhos estão morrendo por desnutrição



E o que temos a ver com isso? TUDO!
Primeiro: a morte de crianças é terrrível.
Segundo: índios são tutelados pelo Estado.
Terceiro: A Editora da UnB foi uma das conveniadas da FUNASA que terceirizou seviços de atendimento aos índios (veja aqui o que já saiu neste blog sobre o assunto). Enquanto luxuosos jantares e presentes caros e fúteis eram comprados pela Editora da UnB (gerenciada por Alexande Lima que foi nomeado pelo amigo Timothy) , os índiozinhos morriam de fome.

Vexame e crime!

Veja o que saiu no Correioweb hoje, sobre a morte de índios: Desnutrição continua a matar índios no Mato Grosso. Relatório aprovado em CPI diz que, apesar de ter diminuído, mortalidade infantil ainda ameaça aldeias. Deputados sugerem secretaria especial.

Darwin visita Brasília

Clique na imagem para ampliar (Jornal de Brasilia de 04/06/2008).
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Lembrando de vários colegas professores da UnB irão dar palestras sobre evolução, ciência e Darwin. Vários alunos da UnB estão atuando como monitores desta lindíssima exposição. Não percam - e levem seus filhos.
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Uma UnB-Livre é uma UnB-das-Belas-Ciências !
(Frase do MHL)

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Lauro Morhy e FUBRA na mira do MPF

Clique na imagem para ampliar - Jornal de Brasilia - 03/06/2008


No Correio Braziliense há informações adicionais (veja clicando aqui).


Matéria do Correio Braziliense

UnB S. A.: a maior imobiliária de Brasília.


No topo da lista de proprietários
Patrimônio imobiliário da UnB é avaliado em R$ 1 bilhão por entidades do setor. Instituição mantém site com ofertas de imóveis para alugar, como “atividade típica da iniciativa privada”. Clique aqui para ver a íntegra.

Ex-reitor Lauro Morhy é acusado de improbidade administrativa

Lauro Morhy ( ao lado do ex-reitor Timothy) é acusado de improbidade administrativa
Matéria saiu no correioweb (veja aqui). Publicação: 02/06/2008 16:02 Atualização: 02/06/2008 17:07
Cecília de Castro - Correio Braziliense.com.br e Diego Amorim - Correio Braziliense
Comentários

"O procurador da República no Distrito Federal, Marco Aurélio Adão, entrou com uma ação civil por improbidade administrativa na 16ª Vara Federal Cível contra o ex-reitor da Universidade de Brasília (UnB) Lauro Morhy, a Fundação Universidade de Brasília (Fubra) e o diretor-presidente da Fubra Edeijavá Rodrigues Lira. Na ação o procurador acusa a UnB de contratar, ilegalmente, os serviços da Fubra para a construção do Instituto da Criança e do Adolescente (ICA) do Hospital Universitário, em 2002. Na ação o procurador argumenta que não é lícito e nem aceitável que a UnB transfira para a Fubra atividades administrativas, uma vez que a finalidade da entidade é de dar suporte a projetos de pesquisa e desenvolvimento institucional da UnB. Marco Aurélio também afirma que o contrato firmado entre a UnB e a Fubra nada mais é do que uma espécie de delegação total, para a Fundação de Apoio, da administração das verbas orçamentárias destinadas ao ICA, o que se caracteriza como ato lesivo ao patrimônio público. Marco Aurélio defendeu, ainda, durante o inquérito que os procedimentos administrativos para a contratação de obras, serviços e compras constituem atividades voltadas para atender a necessidade de caráter permanente da UnB, por isso, são proibidos contratos ou convênios. De acordo com o procurador o agravante é que as atividades desenvolvidas pela Fubra foram remuneradas. "Contratar uma obra não é atividade própria de fundações de apoio, foi uma simbiose que acabou causando prejuízo ao erário", defendeu o procurador.

O negócio
O contrato foi assinado em 17 de dezembro de 2003. No mesmo mês, a UnB teria transferido à Fubra a quantia de R$ 3,26 milhões. Em 2002, a UnB solicitou à bancada do DF no Congresso Nacional uma emenda parlamentar que destinasse recursos do orçamento da União para a construção do ICA, que teria uma área de cinco mil metros quadrados e necessitaria de uma verba de R$ 10 milhões. A proposta foi atendida e o valor liberado à UnB em 17 de dezembro de 2003.O Tribunal de Contas da União (TCU) já havia realizado duas auditorias nas obras do ICA, uma em 2004 e outra em 2006. A construção do Instituto iniciou em maio de 2005, mas as obras estão paradas. A reportagem do correiobraziliense.com.br entrou em contato com a direção da Fubra e não obteve resposta até o momento."

O Analfabetismo DE VERDADE no Brasil

Clique no texto acima para ampliar. Foi publicado hoje no Jornal de Brasília.
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Veja aqui o que diz o blog Ciênca Brasil (Prof. Marcelo Hermes-Lima), sobre o "analfabetismo funcional".

Universidade do Século XXI: Este é o nome de um dos grandes Programas de Governo (de número 1073 , do MEC), que está no Portal da Transparência. Joga milhões nas universidades para o pagamento da rubrica Pesssoa Física.
Dezenas de timotistas receberam pelo Programa 1073. Vamos procurar no Portal ?

domingo, 1 de junho de 2008

Ronaldinhos & Timothy




O comentario de Affonso Romano de Sant' Anna no Correio Braziliense de hoje (clique aqui para ler), é uma crônica sobre o papel de empresas especializadas em limpar a imagem de notáveis, no caso os dois Ronaldos, brasileiros, jogadores de futebol. Escreve o escritor que a imprensa espanhola tem observado que o antes sóbrio Ronaldinho tem aparecido mais pesado nos jogos, estando acima do peso e com pouca disposição aos treinos. Atribui-se aos excessos de gandaia. Com o outro Ronaldo, é desnecessário falar do escândalo com travestis. Empresas estão trabalhando para que ambos se tornem mais palatáveis ao público, afinal carregam milhões de euros em suas imagens como personagens-propaganda. O Ronaldo, mesmo vasectomizado, aparece imediatamente como candidato a ser pai novamente e em fotos sorridente ao lado da "noiva" uma semana após o imbróglio.
O ex-reitor Timothy, que movimentava centenas de milhões de reais e portanto, representava interesses diversos na UnB, alguns bastante distantes dos objetivos da Instituição, tenta limpar a sua imagem, colocando a culpa em seus auxiliares, na mídia, nos interesses eleitoreiros, nos esquerdistas, etc. A estratégia é inculcar na mente das pessoas a teoria da conspiração de um sujeito oculto, não indentificado e com interesses pelo poder escusos. Algumas vezes, vozes raivoas dão o nome deste sujeito aos professores ligados à contestação dentro dea Instituição.
No backstage costura-se um esquema profissional, com gente de mídia trabalhando full-time, com servidores pedindo licença para entrar em campanha eleitoral e ganhar a qualquer custo a reitoria nas próximas eleições.
Ao mesmo tempo, o timotismo fomenta engenhosamente a ambição de candidatos à reitoria, em campanhas impulsivas e desqualificadas pelo apoio pífio nos três segmentos da UnB.
Estima-se que o custo da campanha será alto, muito alto. O ganho da reitoria pelo ex-reitor Timothy (ou seu testa-de-ferro), será o gende salto por cima de um homem público cuja imagem está indelevelmente marcada pela incompetência e suspeitas no gerenciamento da coisa pública. A acreditada vitória do Timotismo pelos seus asseclas, será uma vitória localizada e endogâmica. Não trará repercussões vantajosas para a Instituição no Brasil e no mundo. Será uma vitória de Pirro. Será um grande passo para o descrédito absoluto de uma Instituição chamada Universidade de Brasília.